domingo, 7 de outubro de 2012

Sonic Riders - PC, PS2, Xbox, GameCube - 2006


Esse jogo é muito difícil! Foi um sacrifício terminar ele.
Sonic Riders é como um Mario Kart ou um Crash Team Racing. É aquele típico game de corrida que diverte e prende por várias horas.
A história do game é a seguinte: Sonic, Tails e Knuckles estão procurando por algumas esmeraldas do caos que foram roubadas. Eles descobrem que elas foram roubadas por 3 indivíduos com pranchas voadoras e vão atrás deles. Knuckles consegue bater em um deles, fazendo com que ele caia da prancha. Sonic então pega a prancha e vai atrás daquele que parece ser o líder. Porém, o líder deles derruba Sonic da prancha e foge com os outros dois. Logo em seguida, Eggman (ou Robotnik, tanto faz) faz um transmissão anunciando um torneio de corrida, e mostra quem são os atuais participantes, que são os ladrões das esmeraldas do caos. Sonic e seus amigos decidem participar do torneio para recuperar as esmeraldas.
Sonic Riders é um game muito difícil, por não ser NADA intuitivo. O único vídeo tutorial do game está na seção de extras, que dificilmente alguém vê. E detalhe, ele está em inglês, então se você não entende de inglês vai apanhar muito para aprender a jogar. MAS, quando se aprende a jogar, o game se torna mais normal (não vou dizer fácil, porque mesmo sabendo jogar ele ainda é difícil). E é ai que o game fica realmente interessante. O game é difícil também pelo fato das pranchas terem "gasolina" (na verdade, elas são movidas a ar). Quando o ar delas acaba, você tem 4 opções: pegar um certo número de anéis para restaurar a barra de ar; conseguir um power-up que enche o ar; fazer manobras ou então parar no pit-stop.
O game conta com vários modos de jogo, sendo eles: Modo história, em que você pode jogar com o time de heróis (Sonic, Tails e Knuckles) ou o time Babylon, que são os ladrões do começo do game (Jet, Wave e Storm); Modo missão, em que você tem de cumprir certos objetivos em cada fase; Modo normal race, em que você pode escolher entre uma corrida normal, modo time attack que você tem que bater seu recorde de tempo e o torneio do modo história; Modo Tag, em que você joga com um parceiro e o Modo Survival, que é divido em 2: Modo Race Stage, em que você precisa ficar com a esmeralda do caos por mais tempo e o Modo Battle Stage que você precisa ficar batendo nos seus adversários.
Sonic Riders conta com 16 personagens, sendo eles: Sonic, Tails, Knuckles, Amy, Jet, Wave, Storm, Eggman, Cream, Rouge, Shadow, Nights, AiAi, Ulala, E-10000G e E-10000R. Você começa apenas com os 7 primeiros desbloqueados, tendo de liberar o resto conforme o game avança. Existe também o Super Sonic no game, mas ele não é bem um personagem, ele é um item que você consegue no modo missão. Ao equipar ele no Sonic, ele se transforma. Cada personagem tem um tipo de habilidade especial, que são 3: Speed (velocidade) que faz seu personagem ser mais rápido e possibilita que ele escorregue por barras; Fly (voar) que faz o personagem voar por determinadas partes das fases e Power (poder) que faz que o personagem tenha força e quebre partes das fases, revelando corta caminhos.
O game conta com 3 tipos de veículos: Prancha, patins (aberto quando se termina o modo história com os heróis) e moto (aberta quando se termina o modo história com os babylons). O game tem uma loja, em que você pode comprar mais veículos, usando os anéis que você coleta durante as corridas como moeda.
O gráfico do game é muito bom e responde bem a velocidade do game. As fases variam de cidades, florestas e desertos e as músicas do game são todas músicas eletrônicas, que combinam perfeitamente com o game.
O game contém também power ups, mas não são muitos. São apenas anéis, que servem para restaurar a barra de ar e aumentar a velocidade da prancha; Power up que regenera ar; Botas que deixam mais rápido ou então uma bota presa a uma bola de ferro que te deixa lento.
Sonic Riders é muito divertido e desafiador, o que faz com que você perca bastante tempo jogando, caso seja cabeça dura como eu. Caso não seja persistente, vai desistir na primeira corrida. Meu conselho é que de uma chance ao game e tente se aperfeiçoar. Você será bem recompensado, pois o game proporciona muita diversão (e um pouco de raiva também).


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Sonic The Hedgehog - Mega Drive - 1991


Esse é nostalgia pura! Lembro dos meus 6 anos de idade jogando isso.
Sonic é como o Mario, é difícil que uma pessoa não saiba quem é ele. Sonic foi criado para bater de frente com o Mario, que era o mascote da Nintendo. O diferencial dele era a velocidade. O game do Sonic corria freneticamente, e isso foi devido a 2 motivos: 1- A sega queria mostrar o poder de processamento do Mega Drive, e queria provar que ele era superior ao SNES, sendo que ele era mais rápido; 2- O criador do Sonic, Yuji Naka, jogava Super Mario Bros, e nesse game, você precisava passar pela primeira fase toda vez que jogava, para conseguir encontrar os atalhos para o resto do jogo. Então ele tentava passar a fase o mais rápido possível. Daí em diante é história...
Falando em história, a história do game é bem simples. Sonic vive em uma ilha onde existem vários animais. Tudo é paz, até que um cientista louco chamado de Eggman (conhecido por muitos, até por mim, como Robotnik) decide transformar os animais da ilha em robôs para ajudarem ele a encontrar as esmeraldas do caos. Com elas, Robotnik pretende dominar o mundo, e é óbvio que Sonic não vai permitir tal coisa.
O game conta com 7 cenários, sendo o ultimo apenas a batalha contra Robotnik. Cada fase possuía um cenário diferente, como a ilha, cidade, ruínas e laboratório. Os cenários eram belos e tinham várias cores, o que pra época era excelente. Uma coisa que chama muito a atenção são as músicas do game. São simples mas muito épicas e cada cenário tinha sua música característica. O game é divido por 3 atos cada cenário e no final do terceiro ato você sempre enfrentava Robotnik em sua nave, mas cada vez você tinha que derrotá-lo de forma diferente.
A jogabilidade do game era simples: andar e pular. Durante as fases, existiam molas e partes onde Sonic fazia loopings, deixando o game ainda mais rápido e os inimigos do game eram os animais que Robotnik havia transformado em robôs.
No game haviam monitores que continham itens. O monitor com um anel dava 10 anéis para Sonic. O monitor com uma névoa dava um escudo para Sonic e o monitor com a cara do Sonic dava uma vida.
Além das fases normais, caso o jogador terminasse uma fase com 50 anéis, era possível jogar uma fase bônus. Era uma espécie de pinball, em que Sonic era a bolinha. O objetivo da fase bônus era conseguir a esmeralda do caos. Falando nelas, elas alteravam o final do game. Caso o jogador termine o game sem elas, Sonic liberta os animais e só, e após os créditos Robotnik aparece feliz mostrando uma placa escrito "Try Again" (Tente novamente). Caso o jogador consiga todas as esmeraldas, além de libertar os animais, Sonic traz vida a ilha, fazendo com que flores cresçam e após os créditos, Robotnik aparece nervoso, pulando em cima de uma placa escrito "End"(Fim) em vez de "Try Again".
Sonic é um game clássico e merece destaque de como um dos melhores games já feitos.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Fable: The Lost Chapters - PC, Xbox - 2005




Épico! Esta é a palavra que descreve este game. Fable se tornou um dos meus games favoritos, e eu vou detalhar o porque.
Fable se passa no reino de Albion, no que parece no tempo da idade média. Você controla um garoto que vive na vila de Oakvale. Seu personagem não possui nome ou voz e isso ocorre para que você tenha a impressão que seu personagem seja totalmente moldado por você. Você começa o game no dia do aniversário de sua irmã Theresa, e seu pai manda você fazer algumas boas ações para conseguir dinheiro para comprar o presente dela. Logo em seguida, a vila é invadida por ladrões e incendiada. O garoto é o único sobrevivente.
Logo em seguida, um herói chamado Maze encontra o garoto e o recruta para ser um herói. Ele então o leva para a Guild dos Heróis, onde o garoto treina até os 18 anos, e então pode começar sua vida como um herói. Ele sofre bastante pela perda da família, mas ele encontra na guild e em sua nova amiga Whisper uma nova família. Daí então o jogo realmente começa. O começo do game é bastante chato, eu não dava muita fé para o game no começo, mas depois ele melhora e muito. A história do game conta com muitas reviravoltas e um vilão muito poderoso, porém, paro por aqui sobre a parte da história, porque é nela que está a graça do jogo.
Fable é um RPG de ação, que conta com 3 tipos básicos de armas: Armas corpo a corpo (espadas, machados, martelos, foices e etc.), armas a distância (arcos e bestas) e magias. Você não precisa necessariamente usar apenas um dos 3 tipos de armas, pode usar as 3 normalmente (eu até aconselho que seja feito isso, pois um tipo só de armas é chato e repetitivo). Algumas armas possuem slots, em que é possível colocar pedras para aumentar atributos, como força e magia, ou adicionar um elemento, como fogo ou gelo.
O game conta com uma trilha sonora muito boa, que remete a idade média. Graficamente falando, é um game tão lindo que nem parece ter sido lançado em 2005, pois as paisagens, sombras e expressões faciais são muito boas (expressão facial do seu personagem, porque do resto dos personagens é okay, nada de mais.). A jogabilidade do game é boa, pode ser estranha de se jogar em um controle, mas para quem joga no computador é bem simples e fácil, sendo necessário apenas trocar 1 ou 2 comandos de lugar. (No meu caso, o comando de defesa).
O game também conta com um alinhamento, em que você pode escolher entre o lado do bem ou o lado do mal. O seu alinhamento altera a aparência do seu personagem, deixando ele com chifres caso demoníaco ou com uma auréola caso angelical, e altera também no tratamento recebido pelas pessoas do vilarejo. Se você for uma boa pessoa, elas o aplaudirão e o chamarão de grande herói. Caso demoníaco, elas irão correr e gritar como se você fosse o demônio em pessoa. A história do game conta com várias escolhas entre bem ou mal, e são elas que afetam seu alinhamento, além de seu comportamento.
O game conta com uma variedade imensa de armas e armaduras, o que eu achei bastante desnecessário, pois você pode facilmente trocar por uma melhor no intervalo de uma missão. Mas essa variedade ficou legal, apesar que eu gostaria que fosse um pouco menor.
No game também é possível comprar casas, tanto para alugar quanto para viver nelas. (Aliás, alugar casas é um ótimo negócio, sendo que é uma boa fonte de ouro.). É possível casar no game, e as esposas vivem nas casas que você comprou.
Você pode customizar seu personagem no game, escolhendo cortes de cabelo e barba, e também influenciando no corpo. Se você comer demais, ele fica gordo e se não comer muito e correr bastante ele fica magro. Seu personagem também envelhece no game. Ele envelhece a medida que você aprende magias e habilidades novas. Existe um meio de você rejuvenescer, caso não goste da aparência de velho. No game, existe Deus e o diabo, que são o deus Avo e o demônio Skorm. Cada um possuí um templo, e caso você faça o que os sacerdotes dos templos pedem, você rejuvenesce, além de que pode ganhar itens. (No caso do templo de Skorm, você ganha o melhor arco do jogo).
Além da história principal, o game conta com missões secundárias, missões terciárias e as demon doors, que são portas que requerem algum tipo de desafio para que você consiga abri-las para conseguir itens raros. Falando em itens raros, eles também podem ser conseguidos através de baús espalhados por toda a Albion, alguns sendo os silver chests, que precisam de uma quantidade certa de silver keys para serem abertos. Estas silver keys são encontradas espalhadas por Albion também, seja em becos, embaixo d'água ou enterradas.
Bom, só falei bem do jogo, mas agora vem o único ponto negativo do jogo: Ele é muito curto! Para um jogo de RPG, na minha opinião, seriam necessárias no mínimo 60 horas de gameplay. Fable chega no máximo a 25 horas de gameplay, isso se você fizer todas as missões secundárias, achar todas as armas lendárias e ainda ficar zanzando, comprando casas e se casando. Porém, por ser curto, você fica incentivado a jogar mais vezes, para terminar o game focando em outras armas e magias e também em fazer o alinhamento contrário ao qual você terminou o game.
Fable: The Lost Chapters é na verdade uma reedição do primeiro Fable. Esta versão conta com mais armas, armaduras e com uma continuação após o final do game. Nem é preciso dizer qual versão é melhor.
Fable é excelente e obrigatório a amantes de RPG.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Mario Party - Nintendo 64 - 1998,1999


Tá a fim de perder algumas horas se divertindo? Mario Party é a escolha certa pra isso!
Mario Party é um game de tabuleiro em formato digital. Você tem a disposição 6 personagens: Mario, Luigi, Peach, Yoshi, Donkey Kong e Wario. O game não tem história propriamente dita, mas tem um conceito: Mario e seus amigos estavam discutindo pra ver quem era o maior "super star" e foram resolver isso numa competição. Mas não é porque o game não tem história que ele se torna chato. Muito pelo contrário, Mario Party entretém por várias horas, e se jogado com os amigos, esse tempo se estende muito.
Como eu havia dito, é um game de tabuleiro em formato digital. Existem vários tabuleiros no game e seu objetivo é conseguir as estrelas, usando seu personagem como peão. São permitidos 4 personagens por partida e você tem que rolar os dados para avançar pelo tabuleiro, passando pelas variadas casas. Cada casa tem suas peculiaridades, como dar itens, moedas ou mini-games, que também aparecem ao final de cada rodada dos personagens. No game existem VÁRIOS, e eu não coloquei em caps por nada, é porque são VÁRIOS mini-games mesmo, indo de jogo da memória a corrida, de tiro ao alvo a duplas de pesca para pegar tesouros submersos. São 50 mini-games, gerando muita diversão e competitividade.
Mario Party se jogado sozinho pode enjoar muito fácil, agora, se você chamar mais 3 amigos para jogar, o negócio vai longe. (Pena que atualmente poucas pessoas fazem isso, atualmente é tudo jogado online...)
Mario Party é uma excelente pedida para aquele dia que você está com seus amigos em casa. Vale a pena conferir.

domingo, 9 de setembro de 2012

Super Mario 64 - Nintendo 64 - 1996


Esse game era obrigatório pra quem tinha um Nintendo 64. Mario é o maior personagem do mundo dos games, arrisco a dizer que não exista um ser vivo que não tenha ouvido falar dele.
Super Mario 64 foi o primeiro game da série a ser feito totalmente em 3D, trazendo diversas inovações para a franquia. Mario podia pular, nadar, correr, dar socos e pontapés entre outras ações.
A história é aquela clássica: Princesa sendo raptada e o encanador correndo pra salvá-la. No game, a princesa Peach chama Mario para ir ao castelo comer um bolo que ela havia preparado. Chegando la, ele descobre que Bowser havia sequestrado a princesa e tomado o castelo para si e escondeu as estrelas mágicas nos quadros. Mario então tem que recuperar as estrelas para conseguir prosseguir por portas para então derrotar Bowser e salvar a princesa.
No game, existem diversas fases diferentes, como montanhas, desertos, geleiras e mares. Em cada fase, você terá de recuperar as estrelas das mais variadas formas, como coletar 100 moedas ou fazer um objetivo específico da fase. Como por exemplo, disputar corrida com uma tartaruga na primeira fase. Cada fase conta com 7 estrelas para serem conseguidas, totalizando 120 no game todo. Apenas 70 são necessárias para terminar o game, mas caso consiga as 120, uma surpresa final é desbloqueada.
Mario conta também com movimentos novos, como agachar e o wall kick, em que ele pula de parede em parede para conseguir subir uma parte. Além disso, Mario conta com uns chapéus que tem poderes diferentes, ajudando-o a passar as fases e conseguir as estrelas. São eles o Wing Cap, que é um chapéu com duas asas, que faz Mario planar; o Metal cap, que deixa Mario totalmente de metal, tornando-o invencível e também muito pesado para conseguir andar em partes aquáticas e o Vanish Cap que torna Mario invisível para monstros e  possibilita ele passar por grades e algumas paredes.
Super Mario 64 também conta com um remake para o Nintendo DS, que possui mais desafios e também a possibilidade de jogar com Luigi, Wario e Yoshi.
Super Mario 64 foi aclamado como um dos melhores jogos de todos os tempos, e com razão, pois o jogo entretem e te prende por várias horas. Experiência obrigatória.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

The Legend Of Zelda: Majora's Mask - Nintendo 64 - 2000


Esse game é bem do tipo "ame-o ou deixe-o". Muitos dos "fãs" da série Zelda apedrejam esse jogo, geralmente com desculpas esfarrapadas. Eu o achei excelente, e vou detalhar aqui minhas impressões sobre o jogo (afinal, é pra isso que o blog serve).
Majora's Mask é o sexto game da franquia Zelda, sendo o primeiro game a ser uma continuação direta na história. Lembra quando eu disse no post do Ocarina of Time que os games de Zelda tinham histórias diferentes a cada game? Pois é. Majora's Mask é o primeiro a quebrar essa regra. O game se passa algum tempo depois do final de Ocarina of Time. Como foi visto no final de Ocarina, a fada Navi que acompanhava Link, se separa do herói. Afinal, fadas apenas ficam com os kokiri, que são os "elfos". Link é um Hylian, e como ele já havia salvo Hyrule de Ganondorf, Navi não ficaria mais com ele. Mas Link sente falta de sua companhia, e parte em uma jornada em busca da fada Navi. No meio da jornada, ele se depara com o Skull Kid, que tem como companhia duas fadas, Tatl e Tael. O Skull Kid aparece usando uma máscara, que depois se descobre que é a máscara de Majora, uma máscara amaldiçoada.
Link está passando por uma floresta com sua égua Epona, quando o Skull Kid o surpreende, fazendo com que ele caia da Epona e fique desacordado. Skull Kid então mexe nas coisas de Link e pega a Ocarina do tempo. Link acorda, e ve o Skull Kid com a ocarina na mão, então Skull Kid sobe na Epona e vai embora, deixando Link para trás.
Quando Link alcança o Skull Kid, ele assume uma postura diferente, dizendo que se livrou da égua Epona, e então te transforma em um Deku (criatura feita de madeira) e fica zombando do Link. A fada Tatl começa a bater no Link, zombando ele e não percebe quando o Skull Kid vai embora. Ela então fica para trás, junto com Link. Ela então não vê outra saída a não ser se unir ao Link até achar o Skull Kid.
Junto com Tatl, Link chega a Clock Town, que fica na terra de Termina, onde ele encontra o vendedor de máscaras. Ele diz que uma máscara amaldiçoada foi roubada dele. Ele então diz que pode dar a cura para Link voltar ao normal caso ele trouxesse a máscara de volta. Só para ajudar, Skull Kid, possuído pela máscara, faz com que a lua caia na terra, num tempo de 3 dias. Sem sua égua, sem a ocarina, transformado em Deku e com um tempo de apenas 3 dias para salvar o mundo, Link precisa juntar todas as suas forças para conseguir vencer o Skull Kid e tomar a máscara amaldiçoada.
No final do 3º dia, Link consegue achar o Skull Kid e o enfrenta. A fada Tael, irmão de Tatl, diz que eles precisam da ajuda daqueles que estão no oceano, nas montanhas, no pântano e no canyon. A lua já está prestes a cair e destruir tudo, quando então Link consegue recuperar a ocarina, e tem uma súbita lembrança de Zelda, que havia ensinado a ele a canção do tempo, a muito tempo atrás. Link então toca a canção do tempo, que então o leva ao começo de tudo, quando Link foi transformado em Deku. Ele então fala novamente com o vendedor de máscaras, e ele o ensina a canção da cura. Link volta ao normal, deixando cair no chão uma máscara, que poderia transformar Link em Deku a qualquer momento.
Agora Link precisa procurar aqueles de quem Tael falava. Eles são os únicos que podem ajudar a salvar Termina, impedindo que a lua caia. Minhas impressões sobre a história: O motivo pelo qual Link está em Termina foi muito mal colocado, essa história dele ir atrás de Navi ficou como uma desculpa esfarrapada para explicar como Link foi em uma viagem. A impressão que dá, é que os produtores quiseram pegar carona no sucesso de ocarina of time para conseguir vender mais. Pra mim não deu muito certo, mas nem por isso o jogo é ruim.
Quanto a jogabilidade, o game é praticamente o mesmo. Ele carrega o mesmo modo de jogo de Ocarina of Time, em relação aos movimentos de alguns inimigos e movimentos do Link. Existem vários inimigos novos, feitos para o game. E Link também possui alguns movimentos novos, como quando ele pula, ele da saltos mais bonitos. Quanto ao som, este assim como seu antecessor, foi muito bem produzido, com músicas que ficam na cabeça. A ocarina ficou um pouco ofuscada ao meu ver, pois as músicas que são tocadas na ocarina em Majora's Mask não são tão marcantes quanto as de Ocarina of Time. Quanto aos gráficos, Majora's Mask é muito mais bonito que seu antecessor, usando a capacidade máxima do Nintendo 64 e ainda necessitando do extension pak, para melhoria dos gráficos.
A graça nesse jogo, como o próprio nome já implica, está nas máscaras. Existem várias máscaras que possuem efeitos diversos, como te deixar mais rápido, ficar "invisível" para as pessoas, explodir, dentre outras. MAAAS....o melhor do game está nas máscaras que transformam Link, pois além da máscara de Deku, você ainda consegue uma máscara que te transforma em Goron (uma espécie de bicho de pedra), e em Zora (uma raça aquática). Quando se transforma, Link adquiri as habilidades daquela raça, como carregar coisas pesadas ou nadar, em forma de Goron e Zora, respectivamente. Além dessas transformações, ainda existe a máscara Fierce Deity, que deixa  o Link adulto, com o cabelo branco, uma roupa cinza e uma espada que dispara uma magia azul. A melhor máscara disparada, mas infelizmente só pode ser usada na batalha final do jogo.
Agora aos motivos que fazem os "fãs" não gostarem do jogo: 1- O jogo tem tempo. R: Se você me disser que não vai jogar o jogo por causa disso, vou te chamar de fresco. Com a ocarina do tempo, você consegue voltar ao primeiro dia, deixar o tempo lento para conseguir passar os templos e ainda avança, caso queira chegar a uma determinada parte mais rápido. Além disso, com esse sistema de tempo, vários eventos do game tem uma hora determinada para acontecer, fazendo com que você fique muito mais tempo jogando, para descobrir todos os eventos; 2- O jogo não se passa em Hyrule, não têm a princessa Zelda e nem a Master Sword. R: Poxa, precisava de uma mudança, não acham? Todo game com as mesmas coisas enjoa, e a empresa fez muito bem em arriscar uma história nova. O jogo não se passa em Hyrule, se passa em Termina, que é como uma realidade alternativa de Hyrule, pois as pessoas da cidade são as mesmas de Ocarina of Time, só que com objetivos e gênios diferentes, como se eles estivessem "mascarando" quem são. Essa foi uma sacada genial para a trama do jogo.
Majora's Mask é um excelente game, que se sustentaria muito bem sozinho. Infelizmente, tentou pegar carona com o Ocarina e acabou sofrendo comparações, que eram inevitáveis, afinal é uma continuação. Creio eu que foi o único pecado do game. Mas o game é excelente e vale sim a pena. Recomendo.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Sonic Adventure DX - GameCube, PC - 2003



Bom, como eu não sou um grande entendedor de Sonic (só joguei o primeiro de Mega Drive e o 3D Blast de Saturno), um amigo meu fez a resenha de um dos games do Sonic, deem uma conferida!
"E a galerinha do Blog Addicted in Games, tudo supimpa com vossas pessoas!?  Aqui quem voz fala (ou digita!) é o thefelipehero, e trarei a este singelo Blog, uma review ou análise como preferirem de um jogo que marcou muito minha vida, (óóhhh...) o Sonic Adventure DX, mas falar sobre esse jogo é meio complicado, pois foi um jogo que originalmente foi lançado para o saudoso, (porém o fracasso da SEGA) o Dreamcast em 1998. A versão DX foi lançada para Gamecube e PC em 2003. Primeiro jogo de nosso Ouriço azul favorito em 3D, e foi um jogo que revolucionou na jogabilidade, na história, (e como ela é contada) músicas e gráficos. Vamos falar um pouco sobre a história do jogo, que Dr. Robotinick ou Eggman, como preferirem, novamente quer dominar o mundo, (num sei do porque, mas ele quer!) como isso ele meio que acorda uma criatura que fez muito mal num passado longínquo, que ia ficando mais forte, há medida que “comesse” as Esmeraldas do Caos, que são pedras que contém uma espécie de poder, esse infinito.
 A missão do Sonic, e seus amigos, que são o Tails, que é uma raposa com duas caldas, Knuckes, que é uma echidna, espécie que se assemelha muito há um ouriço, Amy, uma ouriça que lembra muito aquele tipo de fã maníaco por algo ou alguém, (no caso dela, o Sonic.) E-102y, que é um robô que depois de conhecer a Amy, meio que ajuda ela e o Big, que é um gato gordo que persegue um sapo chamado Frog, (do inglês: sapo... hãm!?)  como uma vara de pescar. Na história, os personagens se cruzam, assim mesmo que de forma indireta, influenciando uns nas histórias dos outros, e a história é contada pelo ponto de vista de cada personagem, assim mudando algumas falas, e justificando algumas atitudes, que no mínimo são estranhas para outros personagens.
 Cada personagem tem uma jogabilidade distinta, que é uma coisa muito boa para a experiência de jogo, por exemplo, o Sonic por ser o personagem mais rápido do jogo, suas telas são muito dinâmicas, tendo trechos que de para correr, além de loopings que são partes onde o Sonic pode andar em trechos espirais, já o Tails, grande “Sancho Pança” do Sonic, fica apostando corrida com o Sonic, já o Knuckles é um caçador de tesouros, pois ele no jogo fica coletando fragmentos de uma GRANDE ESMERALDA que tem também grande importância no enredo do jogo.
 As telas estão espalhadas num grande mapa, na verdade três, que denominam-se Adventure Fields, Station Square, cidadezinha do jogo, Mistic Ruins, floresta-ruínas de uma civilização indígena e Egg Carrier, uma nave de guerra do Dr. Robotinick ou Eggman, como preferirem.
 O jogo além da aventura principal, tem os Bonus, que ai começam as diferenças, pois no jogo tem um modo que você pode cria uns bichinhos virtuais, quem tem fome, precisa brincar, cresce, precisa de amor, acasalam, tipo um Tamagotchi, (quem nasceu no final do anos 80 e ínicio dos anos 90, sabe do que estou falando!) que os cenários onde você cria seus bichinhos, são inspirados nos Adventure Fields, e com esses bichinhos, dava para apostar corridas e ganhar emblemas, uma coisa que vou explicar agora, os Emblemas nas versões de Game Cube e PC servem para desbloquear jogos de Game Gear(console portátil de 8bit lançado pela SEGA nos anos 90) e liberar um personagem secreto, que se desbloqueava-se com todos o emblemas do jogo, 130, o Metal Sonic.
 Sonic Adventure como todos os jogos lançados até hoje, não fica livre de Bugs, que são defeitos, sejam de programação ou gráficos, mas esses bugs não influenciam em nada na obra-prima da SEGA.
Em síntese, Sonic Adventure como tantos títulos desse Blog, não pode deixar de ser chamado de Clássico, pois foi um jogo que foi um divisor de águas na série que engloba o mundo do Sonic, pois depois desse jogo, a jogabilidade, trilha sonora e até mesmo a crítica, nunca foram as mesmas.
 Que nem eu digo, Sonic Adventure é Sonic Adventure, pois ele é Sonic Adventure! Redundante né!? Aqui foi o thefelipehero para o Blog Addicted in Games, falow galerinha, fui!"
Pra quem quiser ainda dar uma conferida, o Felipe tem um canal de games. Deem uma olhada depois:
http://www.youtube.com/user/thefelipehero?feature=mhee