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terça-feira, 25 de junho de 2013

Batman Begins - PS2, Xbox, GameCube - 2005

"It's not who I am underneath, but what I do that defines me"
Antes que você me pergunte, este post não é sobre o filme. O filme Batman Begins (que é excelente por sinal) ganhou esta adaptação para os videogames e eu tenho que dizer, é uma das melhores (senão a única) adaptações já feitas.
O game conta a história do filme, porém, com lugares diferentes dos que são mostrados no filme, para dar uma vida maior ao game. Você controla o Batman por vários lugares mostrados no filme, como as docas e o manicômio de arkham. Alem dele, existem também as fases que é possível dirigir o batmóvel (que é um tanque!).
No game, podemos andar, escalar, pular, usar os aparatos do Batman e sentar a porrada nos inimigos. Na maioria das fases é preciso ser furtivo, ainda mais quando os inimigos estão armados. O jogo tem um toque de realidade um pouco alto quanto a tiros. Apenas 2 tiros são suficientes para fazer você falhar a fase e voltar uma boa parte. Os inimigos do game sempre fazem as mesmas ações, então basta apenas você decorar por onde eles passam ou o que fazem que da pra passar numa boa.
Também é possível interrogar os inimigos, para conseguir senhas ou chaves. Alem da interrogação, também existe o medo. É possível realizar ações para amedrontar os inimigos, como derrubar estantes ou quebrar janelas, para que assim fiquem com medo de você e seja mais fácil de derrotá-los.
Os gráficos do game estão bons, nada de muito extraordinário, mas são agradáveis. O som não é muito natural, mas também é bom. O game não é muito longo, apesar das fases a mais do roteiro do filme.
Batman Begins pode não ser o melhor jogo feito a partir de filmes, mas com certeza é um dos melhores. Pelo menos para mim, conseguiu me prender o jogo inteiro devido a sua jogabilidade e as fases adicionais que completam um pouco do filme. Recomendado.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Prince Of Persia: The Sands Of Time - PC, PS2, Xbox, GameCube - 2003

"Most people think that time is like a river, that flow swiftly sure in one direction. But I have seen the face of time and I can tell you...They are wrong! Time is an ocean in a storm. You may wonder who I am and why I say this. Sit down, and I will tell you a tale like none that you ever heard."
E é dessa forma épica que começa uma das melhores trilogias já feitas. A série Prince of Persia é uma das minhas favoritas e nada mais justo do que detalhar o porque.
Sands of Time começa com o rei Sharahman invadindo o palácio do marajá da índia, o qual conseguiu com sucesso com a ajuda do Vizier, que traiu seu próprio mestre. Durante a invasão, o Príncipe (que não tem nome) busca uma forma de agradar seu pai e trazer honra e glória para si. Ele então vai até a sala de tesouros do castelo e acha a adaga do tempo. Com ela, Prince consegue voltar no tempo.
Assim que a batalha termina, Prince volta até seu pai mostrando o item valioso que conseguiu. Vizier está junto e diz que quer sua parte do acordo, que era um dos tesouros que estavam na sala de tesouros (mais precisamente, a adaga e a ampulheta do tempo). Porém, os planos de Vizier vão por água a baixo, sendo que o rei permitiu que Prince ficasse com a adaga e a ampulheta seria dada como presente ao rei de Azad, para fortalecer a amizade entre os 2 reinos. Vizier busca imortalidade através da ampulheta de adaga, já que ele ja está velho e doente. Enquanto Sharahman está recolhendo os tesouros, ele diz ao guardas para pegarem alguns animais exóticos e fazerem de prisioneiras as mulheres sobreviventes, para dizer que ele é piedoso quando vitorioso. Nisso, a princesa Farah é capturada.
Poster do filme
Já em Azad, Sharahman entrega a ampulheta para o rei de Azad. Ele fica maravilhado com o brilho das areias do tempo e pergunta o porque delas brilharem tanto. Vizier ve nisso uma oportunidade e diz que eles poderiam ver melhor caso elas fossem liberadas. Ele diz que para abrir a ampulheta, era necessária a adaga, pois ela é a chave. Prince então abre a ampulheta e libera as areias do tempo, e é aí que as coisas vão pro buraco. Todas as pessoas que se encontravam no palácio são infectadas pelas areias e se tornam monstros de areia, menos Prince, Farah e Vizier, pois eles possuem itens que os protegem das areias (Prince tem a adaga, Farah um colar e Vizier possui um cajado).
Prince vê seus familiares e amigos se tornando monstros e o palácio caindo aos pedaços por causa da liberação das areias. Ele agora precisa chegar aonde está a ampulheta e fechar as areias do tempo para reparar seu erro. Durante a sua ida até a ampulheta, ele encontra Farah. Os dois não confiam um no outro no começo, mas começam a trabalhar juntos para conseguir consertar as coisas. Conforme o game avança, eles vão tendo sentimentos um pelo outro, se importando e se cuidando. Agora cabe aos dois conseguir consertar o erro e impedir Vizier de alcançar a imortalidade.
A jogabilidade do game é muito boa, responde bem e possui comandos relativamente simples. Prince pode escalar, pular, correr por paredes, se pendurar, atacar com espada e realizar mais um monte de parkours loucos. Os gráficos apesar de ultrapassados são muito bonitos, principalmente os cenários. As músicas em sua grande maioria tem influência persa e os sons são muito bons. A única coisa que chega a ser repetitiva e irritante no game é a progressão. É a mesma coisa o game inteiro: Tem uma parte de escaladas e parkour, algumas vezes um puzzle (quebra-cabeça) e em seguida são batalhas com monstros. Dai aparece um save point e começa tudo denovo. Isso chega a ser enjoante caso você jogue sem prestar atenção na história, pois é isso que segura o jogador até o final. E só pra ajudar, as batalhas não são tããããão legais assim, pois são inúmeros monstros para se matar em cada parte e eles não morrem apenas derrubando eles. Assim que eles caem, você tem que apertar um botão para que Prince use a adaga nele e sugue toda a areia do monstro. Isso dificulta muito no meio de uma batalha, pois na maioria das vezes em que você vai usar a adaga em um monstro, outro chega por trás e te ataca. Ai o que estava caído levanta e você tem que começar denovo. Isso é frustrante demais. Além disso, Farah também te ajuda nas batalhas com um arco e flecha. Ela consegue atordoar inimigos mais facilmente para que você possa derrubá-los e sugar a areia. Mas não pense que isso torna o game fácil, pois ela é burra feito uma porta. Ela atira flechas uma a cada minuto e ainda pode te acertar. Já me aconteceu de eu estar com um cisco de vida e só faltar um monstro para conseguir chegar ao save point. A mula ao invés de acertar o monstro, me acertou e eu estava sem o poder de voltar no tempo. Nem é preciso dizer a raiva que eu fiquei...
Prince conta com alguns poderes da adaga, como voltar no tempo, deixar ele lento ou até ficar super rápido para matar os montros. Esses poderes são desbloqueados ao longo do game e para serem usados, você gasta uma carga de sand tank. Ao longo do game, existem pontos em que você vai aumentando a capacidade de sand tanks da adaga. Além disso, durante os save points, Prince tem visões do que está prestes a acontecer com ele, para que ele possa evitar os males que possam ocorrer com ele. Existem também passagens secretas em que você encontra uma fonte misteriosa que aumenta sua barra de vida.
Sands of Time ainda conta com um filme de mesmo nome. Ele foi feito pela Disney com algumas alterações. Prince ganhou o nome de Dastan e ele tem 2 irmãos. Farah trocou de nome para Tamina. Mas embora as mudanças, o filme é uma excelente adaptação do game. Adaptações de games para o cinema em geral costumam ser um completo lixo (vide Resident Evil e Alone In The Dark que fugiram totalmente da história original) mas isso não acontece com Sands of Time. Se você gosta da série, deve ver o filme.
Enfim, Prince Of Persia Sands of Time é um excelente game e é apenas o primeiro de uma excelente trilogia. Se ele ja é bom, imagine os 2 games que seguem. Altamente recomendado.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Need For Speed: Carbon - PC, PS2, PS3, Xbox, X360, Wii, PSP, GameCube - 2006

Eis a continuação do meu game favorito de corrida. Depois de MW, a EA games resolveu corrigir aquilo que os fãs não haviam gostado, que era o fato das corridas serem de dia e lançou NFS Carbon.
Carbon se passa logo após o final de Most Wanted. Você está com a sua BMW e está fugindo do ex-sargento Cross, que agora é um caçador de recompensas (meio surreal isso né? caça recompensas...). Cross consegue quebrar sua BMW e quando ele está prestes a te prender, Darius, um corredor de rua, aparece e te livra de Cross, dando a ele uma quantia de dinheiro. Nikki, uma ex-namorada, também aparece e então alguns flashbacks explicam algumas coisas: O jogador era de Palmont City, a cidade do game, e em uma determinada corrida a policia aparece e atrapalha todos os corredores, com a exceção de você. A mala de dinheiro do prêmio da corrida fica com você e você foge, deixando tudo para trás. Isso resultou em todos achando que você era um covarde e um ladrão. Agora, Darius da a você a oportunidade de recuperar sua reputação. Dai então você pode escolher entre 3 carros para começar o game.
Os carros em Carbon são separados por classes: Os Tuners, que são mais fáceis de dirigir; os Muscle, que são carros grandes que derrapam com facilidade e os Exotic, que são carros que otimizam a velocidade (mas são difíceis de virar em alta velocidade...). Ao todo, o game conta com 54 carros, incluindo os bônus.
Os gráficos do game são muito bonitos, assim como o seu antecessor. Agora as corridas são a noite, dando mais realismo de corridas ilegais. Os sons do game são bons, mas as músicas do game me desagradaram um pouco, pois são quase todas de rock alternativo, um estilo que eu não curto muito.
O foco do game agora é a dominação de territórios. Cada parte de Palmont é dominada por uma gangue. Existem as gangues 21st Street que é liderada por Angie, a gangue TFK que é liderada por Wolf, a gangue Bushido que é liderada por Kenji e a gangue Stacked Deck que é liderada por Darius. Cada uma tem foco em um tipo específico de carro. Você precisa vencer as corridas do lugar para tomar os territórios e enfrentar o chefe em seguida. E lembrando que, os territórios podem ser tomados de volta, caso você não defenda-os vencendo as gangues que desafiarem seu território. Conforme você ganha territórios, carros e novas opções de tuning são desbloqueadas.
O game conta com a novidade das equipes. Já que você precisa derrotar gangues no game, você também precisa da sua. Os membros da equipe são geralmente fãs seus e ex-membros das equipes da cidade. Cada um tem um carro característico e uma função. Os blockers são os que jogam o próprio carro em cima dos outros corredores para atrapalhá-los e deixar você vencer. Os scouts são os que sempre vão na frente revelando corta caminhos e os drafters são os que correm na sua frente em alta velocidade, cortando o vento e deixando você pegar o vácuo para aumentar sua velocidade.
Existem agora os modos de corrida em canyon. A cidade de Palmont possui umas estradas em montanhas, em que os corredores tem que correr em 3 modalidades: Canyon race, que é uma corrida normal; Canyon drift, em que o corredor que conseguir mais pontos derrapando no canyon vence e o Canyon duel, que é onde você enfrenta os chefes. Este modo funciona da seguinte forma: O chefe começa na sua frente e você deve persegui-lo. Quanto mais perto dele você ficar, mais pontos consegue e caso o ultrapasse por 10 segundos, é vitória imediata. Caso não, a corrida inverte: você é quem será perseguido agora e seu chefe vai zerando seus pontos. Você então tem que manter distância dele e conseguir cruzar o final com no pelo menos 1 mísero ponto, ou então você é derrotado. Caso você se distancie muito do chefe por 10 segundos também é vitória imediata.
A policia está presente no game, porém, ela não está mais tão importante quanto no game antecessor. Aliás, ela está muito mais chata, pois ela descobre onde você está. Não importa o quão bem escondido você esteja, ela vai direto onde você está.
Enfim, Carbon é um excelente game, ainda não chega aos pés do meu favorito, mas vale a pena perder umas horas com ele.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Need For Speed: Most Wanted - PS2, Xbox, Xbox360, PC, PSP, GameCube - 2005

Apesar que muita gente vai discordar de mim, eu ainda digo que este é o melhor jogo de corrida já lançado.
Most Wanted é o sucessor dos 2 games que revolucionaram os games de corrida com o tuning, que são o NFS Underground 1 e 2. O tuning nada mais é do que modificar o seu carro a seu gosto. Pintura, desenhos, partes do carro como motor, nitro, breques, suspensão, colocar aerofólios, novas rodas, trocar o capô, enfim tudo isso. Most Wanted possui ainda mais variedade de tuning que seus antecessores, sendo que você tinha uma infinidade de coisas para colocar em seu carro, tornando-o único. Esse foi o fator que me fez gostar de games de corrida, porque até então eu não gostava.
NFSMW se passa na cidade de Rockport. Você é um corredor de rua que possui nada menos que uma BMW MR3 (nada humilde) e está procurando por algumas corridas. Você acaba correndo com Mia, a garota que te ajuda no game, mas é parado pelo Sargento Cross. Ele está prestes a te prender, mas por causa de uma ocorrência mais urgente, ele te deixa ir.
Em seguida você corre com Ronnie, e após ganhar dele você se encontra com os caras da Blacklist. A Blacklist é a lista negra de corredores. Ela é composta por 15 corredores e eles são os mais procurados pela polícia local. Para ter o respeito dos outros corredores, você precisa ser o número 1.
Após algumas corridas, Razor te desafia para alguma corrida. Mia desconfia de algo e te diz para ter cuidado. No meio da corrida, ela te liga e diz que fizeram algo com seu carro e diz para você acabar a corrida logo. Mas não da tempo, seu carro quebra e Razor o ganha na corrida. Só pra melhorar seu dia, a policia ficou sabendo do racha e chega no local e te prende.
Algum tempo depois, Mia te libera da cadeia e diz que Razor conseguiu ser o numero 1 da Blacklist graças ao seu carro. Agora você tem de começar do zero e ganhar de cada um da Blacklist e se vingar do Razor.
Você então vai comprar um carrinho e tem que começar a ganhar corridas e chamar a atenção da policia e dos corredores para avançar no game. Você tem de ganhar de cada um da Blacklist e tem que concluir alguns requisitos antes de correr com ele, como ganhar um numero certo de corridas, infringir algumas leis com o seu carro e correr da policia por determinado tempo. Assim que você completa os requisitos, o cara te chama pra correr. Depois que você ganha, você tem o direito a duas escolhas de bônus, 3 são secretas, que incluem ganhar o carro do cara, passagem livre da policia quando preso ou bônus em dinheiro e as outras 3 são desconto em peças e visual pro seu carro.
A progressão do game é lenta, fazendo você ter várias corridas, vários carros e várias opções de modificações, deixando o jogo com um tempo bem extenso, o que pra mim é bom quando o game é excelente. Ao todo são 36 carros, que vão sendo desbloqueados conforme você vai vencendo os membros da Blacklist. A mesma coisa vale para as opções tuning.
Os gráficos do game são muito, mas muito bonitos, mesmo se você jogar o game atualmente verá que ele ainda é um game muito belo. Uma coisa que desagradou os fãs é que o game se passa de dia. Realmente, isso ficou um pouco sem sentido, afinal corridas ilegais acontecem a noite. Mas isso não atrapalha a diversão que o game proporciona. A trilha sonora do game é um ponto a parte, pois ela é regada de músicas eletrônicas e metal (para os leigos, o famoso "rock pesado"). Foi com Most Wanted que eu conheci bandas que eu gosto muito até hoje, como Disturbed, Avenged Sevenfold e Bullet For My Valentine.
O game conta com 6 tipos de corridas, sendo eles: Sprint (ir de um ponto a outro), Circuit (corrida com voltas), Lap Knockout (o corredor que chegar por último quando completar uma volta perde, assim sucessivamente até sobrar o ganhador), Drag (corrida de aceleração, em que você precisa trocar de marcha na hora certa para ganhar a velocidade máxima e chegar em primeiro), Toolboth (corrida com tempo que você tem que passar pelos checkpoints antes do tempo acabar) e o Speedtrap (corrida que você tem que passar em alta velocidade por um determinado numero de radares ao longo da corrida. O corredor com maior velocidade acumulada ganha).
A policia no game é o fator mais notável. Ela possui 5 níveis de dificuldade, que vão aumentando conforme você corre contra ela. O sexto nível só é visto na corrida final do game. A cada nível, os carros da polícia melhoram e fica mais difícil de fugir dela. Durante as perseguições, você tem de cumprir os objetivos para conseguir enfrentar os membros da Blacklist, que podem ser correr da policia por determinado tempo, destruir viaturas e bloqueios e quebrar as leis.
Além do modo campanha, Most Wanted também conta com os Challenge Series, que nada mais são do que desafios pré determinados que você tem que cumprir. Se você se acha bom neste jogo, então é uma boa tentar zerar os Challenge Series, porque eles são muito dificeis. Eu devo ter chegado no máximo até o desafio numero 50 e ao todo são 68.
Bom, depois de tudo isso que eu falei, acho que já deu pra mostrar porque este é o meu game de corrida favorito. Most Wanted ainda conta com uma versão chamada de Black Edition, que traz uma pista, um carro e um challenge novos. O game recentemente ganhou um remake, intitulado como Most Wanted mesmo. Porém, o game conta com vários aspectos diferentes e o principal: não tem mais o tuning! Sinceramente achei que deveriam ter batizado esse jogo com outro nome, porque Most Wanted ele nunca vai ser!

domingo, 7 de outubro de 2012

Sonic Riders - PC, PS2, Xbox, GameCube - 2006


Esse jogo é muito difícil! Foi um sacrifício terminar ele.
Sonic Riders é como um Mario Kart ou um Crash Team Racing. É aquele típico game de corrida que diverte e prende por várias horas.
A história do game é a seguinte: Sonic, Tails e Knuckles estão procurando por algumas esmeraldas do caos que foram roubadas. Eles descobrem que elas foram roubadas por 3 indivíduos com pranchas voadoras e vão atrás deles. Knuckles consegue bater em um deles, fazendo com que ele caia da prancha. Sonic então pega a prancha e vai atrás daquele que parece ser o líder. Porém, o líder deles derruba Sonic da prancha e foge com os outros dois. Logo em seguida, Eggman (ou Robotnik, tanto faz) faz um transmissão anunciando um torneio de corrida, e mostra quem são os atuais participantes, que são os ladrões das esmeraldas do caos. Sonic e seus amigos decidem participar do torneio para recuperar as esmeraldas.
Sonic Riders é um game muito difícil, por não ser NADA intuitivo. O único vídeo tutorial do game está na seção de extras, que dificilmente alguém vê. E detalhe, ele está em inglês, então se você não entende de inglês vai apanhar muito para aprender a jogar. MAS, quando se aprende a jogar, o game se torna mais normal (não vou dizer fácil, porque mesmo sabendo jogar ele ainda é difícil). E é ai que o game fica realmente interessante. O game é difícil também pelo fato das pranchas terem "gasolina" (na verdade, elas são movidas a ar). Quando o ar delas acaba, você tem 4 opções: pegar um certo número de anéis para restaurar a barra de ar; conseguir um power-up que enche o ar; fazer manobras ou então parar no pit-stop.
O game conta com vários modos de jogo, sendo eles: Modo história, em que você pode jogar com o time de heróis (Sonic, Tails e Knuckles) ou o time Babylon, que são os ladrões do começo do game (Jet, Wave e Storm); Modo missão, em que você tem de cumprir certos objetivos em cada fase; Modo normal race, em que você pode escolher entre uma corrida normal, modo time attack que você tem que bater seu recorde de tempo e o torneio do modo história; Modo Tag, em que você joga com um parceiro e o Modo Survival, que é divido em 2: Modo Race Stage, em que você precisa ficar com a esmeralda do caos por mais tempo e o Modo Battle Stage que você precisa ficar batendo nos seus adversários.
Sonic Riders conta com 16 personagens, sendo eles: Sonic, Tails, Knuckles, Amy, Jet, Wave, Storm, Eggman, Cream, Rouge, Shadow, Nights, AiAi, Ulala, E-10000G e E-10000R. Você começa apenas com os 7 primeiros desbloqueados, tendo de liberar o resto conforme o game avança. Existe também o Super Sonic no game, mas ele não é bem um personagem, ele é um item que você consegue no modo missão. Ao equipar ele no Sonic, ele se transforma. Cada personagem tem um tipo de habilidade especial, que são 3: Speed (velocidade) que faz seu personagem ser mais rápido e possibilita que ele escorregue por barras; Fly (voar) que faz o personagem voar por determinadas partes das fases e Power (poder) que faz que o personagem tenha força e quebre partes das fases, revelando corta caminhos.
O game conta com 3 tipos de veículos: Prancha, patins (aberto quando se termina o modo história com os heróis) e moto (aberta quando se termina o modo história com os babylons). O game tem uma loja, em que você pode comprar mais veículos, usando os anéis que você coleta durante as corridas como moeda.
O gráfico do game é muito bom e responde bem a velocidade do game. As fases variam de cidades, florestas e desertos e as músicas do game são todas músicas eletrônicas, que combinam perfeitamente com o game.
O game contém também power ups, mas não são muitos. São apenas anéis, que servem para restaurar a barra de ar e aumentar a velocidade da prancha; Power up que regenera ar; Botas que deixam mais rápido ou então uma bota presa a uma bola de ferro que te deixa lento.
Sonic Riders é muito divertido e desafiador, o que faz com que você perca bastante tempo jogando, caso seja cabeça dura como eu. Caso não seja persistente, vai desistir na primeira corrida. Meu conselho é que de uma chance ao game e tente se aperfeiçoar. Você será bem recompensado, pois o game proporciona muita diversão (e um pouco de raiva também).


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Sonic Adventure DX - GameCube, PC - 2003



Bom, como eu não sou um grande entendedor de Sonic (só joguei o primeiro de Mega Drive e o 3D Blast de Saturno), um amigo meu fez a resenha de um dos games do Sonic, deem uma conferida!
"E a galerinha do Blog Addicted in Games, tudo supimpa com vossas pessoas!?  Aqui quem voz fala (ou digita!) é o thefelipehero, e trarei a este singelo Blog, uma review ou análise como preferirem de um jogo que marcou muito minha vida, (óóhhh...) o Sonic Adventure DX, mas falar sobre esse jogo é meio complicado, pois foi um jogo que originalmente foi lançado para o saudoso, (porém o fracasso da SEGA) o Dreamcast em 1998. A versão DX foi lançada para Gamecube e PC em 2003. Primeiro jogo de nosso Ouriço azul favorito em 3D, e foi um jogo que revolucionou na jogabilidade, na história, (e como ela é contada) músicas e gráficos. Vamos falar um pouco sobre a história do jogo, que Dr. Robotinick ou Eggman, como preferirem, novamente quer dominar o mundo, (num sei do porque, mas ele quer!) como isso ele meio que acorda uma criatura que fez muito mal num passado longínquo, que ia ficando mais forte, há medida que “comesse” as Esmeraldas do Caos, que são pedras que contém uma espécie de poder, esse infinito.
 A missão do Sonic, e seus amigos, que são o Tails, que é uma raposa com duas caldas, Knuckes, que é uma echidna, espécie que se assemelha muito há um ouriço, Amy, uma ouriça que lembra muito aquele tipo de fã maníaco por algo ou alguém, (no caso dela, o Sonic.) E-102y, que é um robô que depois de conhecer a Amy, meio que ajuda ela e o Big, que é um gato gordo que persegue um sapo chamado Frog, (do inglês: sapo... hãm!?)  como uma vara de pescar. Na história, os personagens se cruzam, assim mesmo que de forma indireta, influenciando uns nas histórias dos outros, e a história é contada pelo ponto de vista de cada personagem, assim mudando algumas falas, e justificando algumas atitudes, que no mínimo são estranhas para outros personagens.
 Cada personagem tem uma jogabilidade distinta, que é uma coisa muito boa para a experiência de jogo, por exemplo, o Sonic por ser o personagem mais rápido do jogo, suas telas são muito dinâmicas, tendo trechos que de para correr, além de loopings que são partes onde o Sonic pode andar em trechos espirais, já o Tails, grande “Sancho Pança” do Sonic, fica apostando corrida com o Sonic, já o Knuckles é um caçador de tesouros, pois ele no jogo fica coletando fragmentos de uma GRANDE ESMERALDA que tem também grande importância no enredo do jogo.
 As telas estão espalhadas num grande mapa, na verdade três, que denominam-se Adventure Fields, Station Square, cidadezinha do jogo, Mistic Ruins, floresta-ruínas de uma civilização indígena e Egg Carrier, uma nave de guerra do Dr. Robotinick ou Eggman, como preferirem.
 O jogo além da aventura principal, tem os Bonus, que ai começam as diferenças, pois no jogo tem um modo que você pode cria uns bichinhos virtuais, quem tem fome, precisa brincar, cresce, precisa de amor, acasalam, tipo um Tamagotchi, (quem nasceu no final do anos 80 e ínicio dos anos 90, sabe do que estou falando!) que os cenários onde você cria seus bichinhos, são inspirados nos Adventure Fields, e com esses bichinhos, dava para apostar corridas e ganhar emblemas, uma coisa que vou explicar agora, os Emblemas nas versões de Game Cube e PC servem para desbloquear jogos de Game Gear(console portátil de 8bit lançado pela SEGA nos anos 90) e liberar um personagem secreto, que se desbloqueava-se com todos o emblemas do jogo, 130, o Metal Sonic.
 Sonic Adventure como todos os jogos lançados até hoje, não fica livre de Bugs, que são defeitos, sejam de programação ou gráficos, mas esses bugs não influenciam em nada na obra-prima da SEGA.
Em síntese, Sonic Adventure como tantos títulos desse Blog, não pode deixar de ser chamado de Clássico, pois foi um jogo que foi um divisor de águas na série que engloba o mundo do Sonic, pois depois desse jogo, a jogabilidade, trilha sonora e até mesmo a crítica, nunca foram as mesmas.
 Que nem eu digo, Sonic Adventure é Sonic Adventure, pois ele é Sonic Adventure! Redundante né!? Aqui foi o thefelipehero para o Blog Addicted in Games, falow galerinha, fui!"
Pra quem quiser ainda dar uma conferida, o Felipe tem um canal de games. Deem uma olhada depois:
http://www.youtube.com/user/thefelipehero?feature=mhee