Mostrando postagens com marcador PS2. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PS2. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Metal Gear Solid 3: Snake Eater - PS2, PS3, X360, N3DS, PSVita - 2004

"After the end of World War II, the world was split into two -- East and West
This marked the beginning of the era called the Cold War"
Preparado para uma verdadeira aula de história? Metal Gear Solid 3 se passa no ano de 1964, em plena guerra fria. Dessa vez controlamos Naked Snake, que viria a se tornar o Big Boss, o maior soldado que já existiu, e vemos como foi o começo de tudo.
Snake tem a missão de se infiltrar na União Soviética para resgatar Sokolov, um cientista russo conhecido por seus projetos com foguetes espaciais, que está envolvido em criação de armas. Snake tem ajuda da The Boss, uma mulher soldado que tem o titulo de maior soldado dos Estados Unidos, e que é a sua mentora.
Quando ele consegue resgatar Sokolov, The Boss aparece e diz que desertou para a União Soviética, junto com seu grupo The Cobras, mais precisamente para a unidade de Volgin, um comandante russo que planeja tomar o poder do país.
The Boss enfrenta Snake e o derruba de uma ponte, fazendo com que ele falhe em sua missão. Um pouco depois, Volgin atira um míssil nuclear em uma instalação próxima.
Este evento, é o determinante para toda a trama do game.
Snake é resgatado e levado para a UTI de volta aos Estados Unidos. Ele fica uma semana desacordado. Durante essa semana, o atual presidente da União Soviética, Khruschev, fica sabendo do míssil disparado na instalação e suspeita que tenha sido um golpe americano. Ele então liga diretamente para o presidente dos Estados Unidos e pede explicações sobre o ocorrido. O presidente nega qualquer envolvimento, apesar de admitir que The Boss tenha desertado para a União Soviética e tenha roubado o míssil nuclear que fora utilizado. Khruschev não acredita no Presidente americano e demanda que ele mesmo limpe a bagunça que fez. Ele demanda que, os EUA se livre da The Boss, de Volgin e de qualquer arma que ele esteja produzindo, como uma prova de que eles não fizeram o ataque e assim evitar que a guerra fria se torne uma guerra nuclear.
Com isso, assim que Snake sai da UTI, ele é mandado de novo para a União Soviética, dessa vez com a missão de resgatar Sokolov, destruir a arma de Volgin que está em produção e por fim, matar The Boss, sua mentora, aquela que ele passou a vida inteira convivendo.
A carga emocional da história de MGS3 é muito grande, e a trama é tão profunda, que para entendê-la completamente é preciso jogar e rejogar o game várias vezes. Eu terminei o game mais de seis vezes, e cada vez que eu jogo descubro mais coisas.
O game é perfeitamente arquitetado entre eventos históricos reais, como a corrida espacial e a guerra de poder da época.
O numero de easter eggs presentes no game também é incontável. Eu nem preciso dizer que não achei todos. Alguns eu só achei nessa ultima vez que joguei, e ainda tem muitos mais. Alguns easter eggs são os mais interessantes, como a conversa com Granin, em que ele mostra alguns sketchs do modelo Ray do Metal Gear.
Agora a jogabilidade, bom, temos bastante aspectos a destacar. O game se passa na selva, portanto, Snake tem que sobreviver sendo o mais furtivo possível. Para isso, nós temos as camuflagens. Cada camuflagem é ideal para cada tipo de ambiente. Existem camuflagens para serem usadas a noite, em selvas densas, durante a chuva, em ambientes urbanos, na água e por ai vai. É preciso estar atento ao index de camuflagem. Quanto maior, menos o inimigo consegue te ver. Isso não te impede de ser visto caso você ande despreocupado feito um imbecil no meio da selva. É preciso ter paciência, ver os movimentos inimigos, andar devagar, agir com estratégia. É possível jogar e terminar o game soando todos os alarmes e matando todo mundo mas isso acaba com a graça do game.
Além das camuflagens, Snake precisa comer para se manter vivo. Ele possui uma barra de stamina que cai ao longo do tempo. Caso sua stamina fique baixa, Snake ficará mais propenso a se machucar, ficará lento e sua mira será muito prejudicada. Para encher a barra, você precisa caçar animais para se alimentar na selva. Ironicamente, o que Snake mais gosta de comer são cobras.
O sistema de combate corpo-a-corpo foi aprimorado. Agora, várias ações podem ser feitas a partir do CQC (Close Quarter Combat, traduzindo, Combate a curta distância) uma técnica que Snake e The Boss desenvolveram juntos. É possível agarrar os oponentes, cortar sua garganta, usá-los como escudo humano, derrubá-los e até interrogá-los. O que nos games anteriores eram apenas 2 socos e 1 chute, se tornou um sistema perfeito para enfrentar os inimigos a curta distância. Em relação ao resto, pouco o game mudou, mantendo a mesma câmera, mesma forma de andar, agachar, atirar e etc.
Os gráficos do game, bom, o que dizer de um game de 2004 que poucos jogos atuais conseguem ultrapassar. A ambientação na selva é simplesmente surreal. A vegetação, a água, o solo, é simplesmente tudo perfeito e muito bem ambientado. Os sons, cara, os sons. Você anda pela selva e consegue ouvir o som de pássaros, insetos, o balançar da vegetação, os animais. É uma atmosfera simplesmente perfeita. O som das armas, das explosões, dos soldados, de tudo, foi feito com uma maestria absurda.
Metal Gear 3 possui mais três versões lançadas: Uma se chama Subsistence e foi lançada um ano depois. Ela contém um modo online inédito na série, uma nova câmera totalmente em 3D, que facilita muito o game (Jogar com a câmera antiga é muito mais difícil e desafiador, faz o jogador depender da visão em primeira pessoa e de alguns acessórios para conseguir passar sem soar o alarme. Eu joguei a versão nova e achei o game infinitamente mais fácil, e me atrevo a dizer que até perdeu um pouco da graça) e contem também versões dos primeiros Metal Gear lançados para MSX. Outra versão é a HD Collection, que foi lançada para Xbox 360 e PS3 junto com o Peace Walker e o MGS 2. A última versão é o Metal Gear Solid 3DS, que como o nome indica, é para o Nintendo 3DS. Eu joguei a versão demo e ela tem algumas mudanças interessantes na jogabilidade, como a possibilidade de utilizar a câmera antiga, a câmera nova e a câmera utilizada no Peace Walker, em que ela se posiciona atrás do Snake, fazendo o game virar um TPS (Third Person Shooter, traduzindo, game de tiro em terceira pessoa).
Metal Gear Solid 3 é um game simplesmente perfeito. Não existe adjetivo que encaixe melhor do que perfeito. Uma experiência obrigatória para qualquer pessoa que se denomine gamer.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Batman Begins - PS2, Xbox, GameCube - 2005

"It's not who I am underneath, but what I do that defines me"
Antes que você me pergunte, este post não é sobre o filme. O filme Batman Begins (que é excelente por sinal) ganhou esta adaptação para os videogames e eu tenho que dizer, é uma das melhores (senão a única) adaptações já feitas.
O game conta a história do filme, porém, com lugares diferentes dos que são mostrados no filme, para dar uma vida maior ao game. Você controla o Batman por vários lugares mostrados no filme, como as docas e o manicômio de arkham. Alem dele, existem também as fases que é possível dirigir o batmóvel (que é um tanque!).
No game, podemos andar, escalar, pular, usar os aparatos do Batman e sentar a porrada nos inimigos. Na maioria das fases é preciso ser furtivo, ainda mais quando os inimigos estão armados. O jogo tem um toque de realidade um pouco alto quanto a tiros. Apenas 2 tiros são suficientes para fazer você falhar a fase e voltar uma boa parte. Os inimigos do game sempre fazem as mesmas ações, então basta apenas você decorar por onde eles passam ou o que fazem que da pra passar numa boa.
Também é possível interrogar os inimigos, para conseguir senhas ou chaves. Alem da interrogação, também existe o medo. É possível realizar ações para amedrontar os inimigos, como derrubar estantes ou quebrar janelas, para que assim fiquem com medo de você e seja mais fácil de derrotá-los.
Os gráficos do game estão bons, nada de muito extraordinário, mas são agradáveis. O som não é muito natural, mas também é bom. O game não é muito longo, apesar das fases a mais do roteiro do filme.
Batman Begins pode não ser o melhor jogo feito a partir de filmes, mas com certeza é um dos melhores. Pelo menos para mim, conseguiu me prender o jogo inteiro devido a sua jogabilidade e as fases adicionais que completam um pouco do filme. Recomendado.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Prince Of Persia: The Sands Of Time - PC, PS2, Xbox, GameCube - 2003

"Most people think that time is like a river, that flow swiftly sure in one direction. But I have seen the face of time and I can tell you...They are wrong! Time is an ocean in a storm. You may wonder who I am and why I say this. Sit down, and I will tell you a tale like none that you ever heard."
E é dessa forma épica que começa uma das melhores trilogias já feitas. A série Prince of Persia é uma das minhas favoritas e nada mais justo do que detalhar o porque.
Sands of Time começa com o rei Sharahman invadindo o palácio do marajá da índia, o qual conseguiu com sucesso com a ajuda do Vizier, que traiu seu próprio mestre. Durante a invasão, o Príncipe (que não tem nome) busca uma forma de agradar seu pai e trazer honra e glória para si. Ele então vai até a sala de tesouros do castelo e acha a adaga do tempo. Com ela, Prince consegue voltar no tempo.
Assim que a batalha termina, Prince volta até seu pai mostrando o item valioso que conseguiu. Vizier está junto e diz que quer sua parte do acordo, que era um dos tesouros que estavam na sala de tesouros (mais precisamente, a adaga e a ampulheta do tempo). Porém, os planos de Vizier vão por água a baixo, sendo que o rei permitiu que Prince ficasse com a adaga e a ampulheta seria dada como presente ao rei de Azad, para fortalecer a amizade entre os 2 reinos. Vizier busca imortalidade através da ampulheta de adaga, já que ele ja está velho e doente. Enquanto Sharahman está recolhendo os tesouros, ele diz ao guardas para pegarem alguns animais exóticos e fazerem de prisioneiras as mulheres sobreviventes, para dizer que ele é piedoso quando vitorioso. Nisso, a princesa Farah é capturada.
Poster do filme
Já em Azad, Sharahman entrega a ampulheta para o rei de Azad. Ele fica maravilhado com o brilho das areias do tempo e pergunta o porque delas brilharem tanto. Vizier ve nisso uma oportunidade e diz que eles poderiam ver melhor caso elas fossem liberadas. Ele diz que para abrir a ampulheta, era necessária a adaga, pois ela é a chave. Prince então abre a ampulheta e libera as areias do tempo, e é aí que as coisas vão pro buraco. Todas as pessoas que se encontravam no palácio são infectadas pelas areias e se tornam monstros de areia, menos Prince, Farah e Vizier, pois eles possuem itens que os protegem das areias (Prince tem a adaga, Farah um colar e Vizier possui um cajado).
Prince vê seus familiares e amigos se tornando monstros e o palácio caindo aos pedaços por causa da liberação das areias. Ele agora precisa chegar aonde está a ampulheta e fechar as areias do tempo para reparar seu erro. Durante a sua ida até a ampulheta, ele encontra Farah. Os dois não confiam um no outro no começo, mas começam a trabalhar juntos para conseguir consertar as coisas. Conforme o game avança, eles vão tendo sentimentos um pelo outro, se importando e se cuidando. Agora cabe aos dois conseguir consertar o erro e impedir Vizier de alcançar a imortalidade.
A jogabilidade do game é muito boa, responde bem e possui comandos relativamente simples. Prince pode escalar, pular, correr por paredes, se pendurar, atacar com espada e realizar mais um monte de parkours loucos. Os gráficos apesar de ultrapassados são muito bonitos, principalmente os cenários. As músicas em sua grande maioria tem influência persa e os sons são muito bons. A única coisa que chega a ser repetitiva e irritante no game é a progressão. É a mesma coisa o game inteiro: Tem uma parte de escaladas e parkour, algumas vezes um puzzle (quebra-cabeça) e em seguida são batalhas com monstros. Dai aparece um save point e começa tudo denovo. Isso chega a ser enjoante caso você jogue sem prestar atenção na história, pois é isso que segura o jogador até o final. E só pra ajudar, as batalhas não são tããããão legais assim, pois são inúmeros monstros para se matar em cada parte e eles não morrem apenas derrubando eles. Assim que eles caem, você tem que apertar um botão para que Prince use a adaga nele e sugue toda a areia do monstro. Isso dificulta muito no meio de uma batalha, pois na maioria das vezes em que você vai usar a adaga em um monstro, outro chega por trás e te ataca. Ai o que estava caído levanta e você tem que começar denovo. Isso é frustrante demais. Além disso, Farah também te ajuda nas batalhas com um arco e flecha. Ela consegue atordoar inimigos mais facilmente para que você possa derrubá-los e sugar a areia. Mas não pense que isso torna o game fácil, pois ela é burra feito uma porta. Ela atira flechas uma a cada minuto e ainda pode te acertar. Já me aconteceu de eu estar com um cisco de vida e só faltar um monstro para conseguir chegar ao save point. A mula ao invés de acertar o monstro, me acertou e eu estava sem o poder de voltar no tempo. Nem é preciso dizer a raiva que eu fiquei...
Prince conta com alguns poderes da adaga, como voltar no tempo, deixar ele lento ou até ficar super rápido para matar os montros. Esses poderes são desbloqueados ao longo do game e para serem usados, você gasta uma carga de sand tank. Ao longo do game, existem pontos em que você vai aumentando a capacidade de sand tanks da adaga. Além disso, durante os save points, Prince tem visões do que está prestes a acontecer com ele, para que ele possa evitar os males que possam ocorrer com ele. Existem também passagens secretas em que você encontra uma fonte misteriosa que aumenta sua barra de vida.
Sands of Time ainda conta com um filme de mesmo nome. Ele foi feito pela Disney com algumas alterações. Prince ganhou o nome de Dastan e ele tem 2 irmãos. Farah trocou de nome para Tamina. Mas embora as mudanças, o filme é uma excelente adaptação do game. Adaptações de games para o cinema em geral costumam ser um completo lixo (vide Resident Evil e Alone In The Dark que fugiram totalmente da história original) mas isso não acontece com Sands of Time. Se você gosta da série, deve ver o filme.
Enfim, Prince Of Persia Sands of Time é um excelente game e é apenas o primeiro de uma excelente trilogia. Se ele ja é bom, imagine os 2 games que seguem. Altamente recomendado.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Need For Speed: Carbon - PC, PS2, PS3, Xbox, X360, Wii, PSP, GameCube - 2006

Eis a continuação do meu game favorito de corrida. Depois de MW, a EA games resolveu corrigir aquilo que os fãs não haviam gostado, que era o fato das corridas serem de dia e lançou NFS Carbon.
Carbon se passa logo após o final de Most Wanted. Você está com a sua BMW e está fugindo do ex-sargento Cross, que agora é um caçador de recompensas (meio surreal isso né? caça recompensas...). Cross consegue quebrar sua BMW e quando ele está prestes a te prender, Darius, um corredor de rua, aparece e te livra de Cross, dando a ele uma quantia de dinheiro. Nikki, uma ex-namorada, também aparece e então alguns flashbacks explicam algumas coisas: O jogador era de Palmont City, a cidade do game, e em uma determinada corrida a policia aparece e atrapalha todos os corredores, com a exceção de você. A mala de dinheiro do prêmio da corrida fica com você e você foge, deixando tudo para trás. Isso resultou em todos achando que você era um covarde e um ladrão. Agora, Darius da a você a oportunidade de recuperar sua reputação. Dai então você pode escolher entre 3 carros para começar o game.
Os carros em Carbon são separados por classes: Os Tuners, que são mais fáceis de dirigir; os Muscle, que são carros grandes que derrapam com facilidade e os Exotic, que são carros que otimizam a velocidade (mas são difíceis de virar em alta velocidade...). Ao todo, o game conta com 54 carros, incluindo os bônus.
Os gráficos do game são muito bonitos, assim como o seu antecessor. Agora as corridas são a noite, dando mais realismo de corridas ilegais. Os sons do game são bons, mas as músicas do game me desagradaram um pouco, pois são quase todas de rock alternativo, um estilo que eu não curto muito.
O foco do game agora é a dominação de territórios. Cada parte de Palmont é dominada por uma gangue. Existem as gangues 21st Street que é liderada por Angie, a gangue TFK que é liderada por Wolf, a gangue Bushido que é liderada por Kenji e a gangue Stacked Deck que é liderada por Darius. Cada uma tem foco em um tipo específico de carro. Você precisa vencer as corridas do lugar para tomar os territórios e enfrentar o chefe em seguida. E lembrando que, os territórios podem ser tomados de volta, caso você não defenda-os vencendo as gangues que desafiarem seu território. Conforme você ganha territórios, carros e novas opções de tuning são desbloqueadas.
O game conta com a novidade das equipes. Já que você precisa derrotar gangues no game, você também precisa da sua. Os membros da equipe são geralmente fãs seus e ex-membros das equipes da cidade. Cada um tem um carro característico e uma função. Os blockers são os que jogam o próprio carro em cima dos outros corredores para atrapalhá-los e deixar você vencer. Os scouts são os que sempre vão na frente revelando corta caminhos e os drafters são os que correm na sua frente em alta velocidade, cortando o vento e deixando você pegar o vácuo para aumentar sua velocidade.
Existem agora os modos de corrida em canyon. A cidade de Palmont possui umas estradas em montanhas, em que os corredores tem que correr em 3 modalidades: Canyon race, que é uma corrida normal; Canyon drift, em que o corredor que conseguir mais pontos derrapando no canyon vence e o Canyon duel, que é onde você enfrenta os chefes. Este modo funciona da seguinte forma: O chefe começa na sua frente e você deve persegui-lo. Quanto mais perto dele você ficar, mais pontos consegue e caso o ultrapasse por 10 segundos, é vitória imediata. Caso não, a corrida inverte: você é quem será perseguido agora e seu chefe vai zerando seus pontos. Você então tem que manter distância dele e conseguir cruzar o final com no pelo menos 1 mísero ponto, ou então você é derrotado. Caso você se distancie muito do chefe por 10 segundos também é vitória imediata.
A policia está presente no game, porém, ela não está mais tão importante quanto no game antecessor. Aliás, ela está muito mais chata, pois ela descobre onde você está. Não importa o quão bem escondido você esteja, ela vai direto onde você está.
Enfim, Carbon é um excelente game, ainda não chega aos pés do meu favorito, mas vale a pena perder umas horas com ele.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Need For Speed: Most Wanted - PS2, Xbox, Xbox360, PC, PSP, GameCube - 2005

Apesar que muita gente vai discordar de mim, eu ainda digo que este é o melhor jogo de corrida já lançado.
Most Wanted é o sucessor dos 2 games que revolucionaram os games de corrida com o tuning, que são o NFS Underground 1 e 2. O tuning nada mais é do que modificar o seu carro a seu gosto. Pintura, desenhos, partes do carro como motor, nitro, breques, suspensão, colocar aerofólios, novas rodas, trocar o capô, enfim tudo isso. Most Wanted possui ainda mais variedade de tuning que seus antecessores, sendo que você tinha uma infinidade de coisas para colocar em seu carro, tornando-o único. Esse foi o fator que me fez gostar de games de corrida, porque até então eu não gostava.
NFSMW se passa na cidade de Rockport. Você é um corredor de rua que possui nada menos que uma BMW MR3 (nada humilde) e está procurando por algumas corridas. Você acaba correndo com Mia, a garota que te ajuda no game, mas é parado pelo Sargento Cross. Ele está prestes a te prender, mas por causa de uma ocorrência mais urgente, ele te deixa ir.
Em seguida você corre com Ronnie, e após ganhar dele você se encontra com os caras da Blacklist. A Blacklist é a lista negra de corredores. Ela é composta por 15 corredores e eles são os mais procurados pela polícia local. Para ter o respeito dos outros corredores, você precisa ser o número 1.
Após algumas corridas, Razor te desafia para alguma corrida. Mia desconfia de algo e te diz para ter cuidado. No meio da corrida, ela te liga e diz que fizeram algo com seu carro e diz para você acabar a corrida logo. Mas não da tempo, seu carro quebra e Razor o ganha na corrida. Só pra melhorar seu dia, a policia ficou sabendo do racha e chega no local e te prende.
Algum tempo depois, Mia te libera da cadeia e diz que Razor conseguiu ser o numero 1 da Blacklist graças ao seu carro. Agora você tem de começar do zero e ganhar de cada um da Blacklist e se vingar do Razor.
Você então vai comprar um carrinho e tem que começar a ganhar corridas e chamar a atenção da policia e dos corredores para avançar no game. Você tem de ganhar de cada um da Blacklist e tem que concluir alguns requisitos antes de correr com ele, como ganhar um numero certo de corridas, infringir algumas leis com o seu carro e correr da policia por determinado tempo. Assim que você completa os requisitos, o cara te chama pra correr. Depois que você ganha, você tem o direito a duas escolhas de bônus, 3 são secretas, que incluem ganhar o carro do cara, passagem livre da policia quando preso ou bônus em dinheiro e as outras 3 são desconto em peças e visual pro seu carro.
A progressão do game é lenta, fazendo você ter várias corridas, vários carros e várias opções de modificações, deixando o jogo com um tempo bem extenso, o que pra mim é bom quando o game é excelente. Ao todo são 36 carros, que vão sendo desbloqueados conforme você vai vencendo os membros da Blacklist. A mesma coisa vale para as opções tuning.
Os gráficos do game são muito, mas muito bonitos, mesmo se você jogar o game atualmente verá que ele ainda é um game muito belo. Uma coisa que desagradou os fãs é que o game se passa de dia. Realmente, isso ficou um pouco sem sentido, afinal corridas ilegais acontecem a noite. Mas isso não atrapalha a diversão que o game proporciona. A trilha sonora do game é um ponto a parte, pois ela é regada de músicas eletrônicas e metal (para os leigos, o famoso "rock pesado"). Foi com Most Wanted que eu conheci bandas que eu gosto muito até hoje, como Disturbed, Avenged Sevenfold e Bullet For My Valentine.
O game conta com 6 tipos de corridas, sendo eles: Sprint (ir de um ponto a outro), Circuit (corrida com voltas), Lap Knockout (o corredor que chegar por último quando completar uma volta perde, assim sucessivamente até sobrar o ganhador), Drag (corrida de aceleração, em que você precisa trocar de marcha na hora certa para ganhar a velocidade máxima e chegar em primeiro), Toolboth (corrida com tempo que você tem que passar pelos checkpoints antes do tempo acabar) e o Speedtrap (corrida que você tem que passar em alta velocidade por um determinado numero de radares ao longo da corrida. O corredor com maior velocidade acumulada ganha).
A policia no game é o fator mais notável. Ela possui 5 níveis de dificuldade, que vão aumentando conforme você corre contra ela. O sexto nível só é visto na corrida final do game. A cada nível, os carros da polícia melhoram e fica mais difícil de fugir dela. Durante as perseguições, você tem de cumprir os objetivos para conseguir enfrentar os membros da Blacklist, que podem ser correr da policia por determinado tempo, destruir viaturas e bloqueios e quebrar as leis.
Além do modo campanha, Most Wanted também conta com os Challenge Series, que nada mais são do que desafios pré determinados que você tem que cumprir. Se você se acha bom neste jogo, então é uma boa tentar zerar os Challenge Series, porque eles são muito dificeis. Eu devo ter chegado no máximo até o desafio numero 50 e ao todo são 68.
Bom, depois de tudo isso que eu falei, acho que já deu pra mostrar porque este é o meu game de corrida favorito. Most Wanted ainda conta com uma versão chamada de Black Edition, que traz uma pista, um carro e um challenge novos. O game recentemente ganhou um remake, intitulado como Most Wanted mesmo. Porém, o game conta com vários aspectos diferentes e o principal: não tem mais o tuning! Sinceramente achei que deveriam ter batizado esse jogo com outro nome, porque Most Wanted ele nunca vai ser!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sonic Riders: Zero Gravity - PS2, Wii - 2008


Ao contrário de seu antecessor, este game é bem mais fácil.
Zero Gravity se passa algum tempo depois do Riders 1. Sonic, Tails e Knuckles foram avisados que um grupo de robôs estão atacando uma cidade. Esses robôs estão atrás de um artefato que pode controlar a gravidade. Sonic detêm um destes artefatos e é perseguido pelos robôs. Após despistá-los, eles se encontram com os Babylon Rogues, que estão atrás dos mesmo artefatos. Eles tem uma ligação com os Babylons, os ancestrais de Jet.
Estes artefatos foram os que trouxeram inovações a jogabilidade do game, que foi totalmente reformulada. Quase nada do que você aprendeu no Riders 1 será muito útil aqui. Agora, a "gasolina" do game não existe mais, o que entrou no lugar foi a barra de gravidade, que serve para você usar 2 novos movimentos: o Gravity Dive, em que você anula a gravidade totalmente e voa em linha reta e o Gravity Drift, em que você diminui o tempo para fazer curvas fechadas. O game não é tão rápido quanto o primeiro game por conta da falta do dash clássico, mas se você souber usar estes dois movimentos, o game fica tão rápido quanto o primeiro. Mas cuidado, a barra de gravidade acaba rápido e não recarrega pegando anéis, apenas com manobras. Então, você terá de usá-los apenas nas partes mais apropriadas. Além disso, com a gravidade é possível descobrir novas áreas no cenário e até andar por partes laterais! Explicando: Vamos supor que você está correndo em uma linha reta e do lado existe uma parede. Caso essa área seja apropriada, você pode usar a gravidade para se projetar para a parede e correr nela! Essa foi uma sacada muito boa para a funcionalidade da gravidade no game.
Lembra que no post do Sonic Riders eu havia dito que os personagens podiam ter uma das três habilidades (speed, power e fly)? Pois é, isso mudou. As habilidades dos personagens agora dependem da prancha que você usa. E não pense que a habilidade vem aberta, pois agora existe o sistema de upgrade no meio da corrida, chamado de gear change. Essas habilidades são abertas coletando uma certa quantidade de anéis durante a corrida e a cada upgrade a quantidade de anéis aumenta. Porém fique sossegado, depois que um upgrade é liberado, mesmo que você caia e perca os anéis, os upgrades não resetam. Os upgrades são os que permitem os personagens de usar as habilidades, além de deixarem a prancha mais rápida e aumentar o limite da barra de gravidade.
Uma coisa que me desagradou bastante nesse game foi a parte das manobras. No primeiro Riders, você precisava segurar o botão de pulo durante a rampa, calculando o tempo certo e depois ficar rodando o analógico do jeito que você quisesse para executar a manobra do seu jeito. Em Zero Gravity não é assim. Em uma rampa, você simplesmente aperta o botão de pulo e ele já executa a manobra. Quanto mais perto da ponta você apertar o botão, maior o seu ranking da manobra. Isso deixa o game muito mais fácil, porém, bem menos divertido.
Quanto a qualidade gráfica, o game está infinitamente mais bonito, com as fases possuindo mais detalhes e cores. Dou destaque a fase Aquatic Capital que é a minha favorita. Os sons do game são bons, mas as músicas não são tão grudentas quanto as do Riders 1.
Quanto aos personagens, temos 18, sendo eles: Sonic, Tails, Knuckles, Amy, Jet, Storm, Wave, Eggman, Cream, Rouge, Shadow, Nights e os estreantes Silver, Blaze, Amigo, Billy the Hatcher e os robôs SCR-HD e SCR-GP e assim como no anterior, tem o Super Sonic sendo destravado quando você adquiri a esmeralda do caos.
Os veículos do game estão mais diversificados, agora temos a prancha, os patins e as motos do primeiro game mais a adição das velas (sabe, aqueles barcos que você maneja a vela para virá-lo), das pranchas que viram motos e das pranchas que viram naves. Cada um destes veículos possuem um tipo habilidade, para que ajude o personagem a pegar corta caminhos.
Então, você deve estar se perguntando: Se a jogabilidade do game mudou totalmente, porque você diz que ele é mais fácil? E eu lhes respondo: a CPU é muito burra! Explico: Vamos supor que você está disputando o primeiro lugar com outro personagem e os dois estejam com a mesma velocidade. Quando você chegar na parte em que você pode usar o Gravity Dive, você vai usá-lo mas a máquina não! Isso te dá uma vantagem tão grande que deixa o game sem graça. Você só vai conseguir perder neste jogo caso fique caindo direto e não saiba usar os movimentos com gravidade.
Enfim, Sonic Riders Zero Gravity é um excelente game, que diverte tanto quanto o primeiro. Por ele ser mais fácil, talvez você termine ele mais rápido e não jogue tanto, mas a diversão é a mesma. Não esquecendo que o game também possui uma versão para o Kinect do Xbox 360 chamada de Free Riders. Diversão na certa

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty - PC, PS2, PS3, Xbox, X360 - 2001

"The Hudson River, two years ago...We had classified intelligence that a new type of metal gear was scheduled for transport. The whole thing stank, but our noses have been out in the cold for too long."
É com essa frase que MGS2 começa, com Snake pulando da ponte do rio Hudson, para se infiltrar em um navio dos Marines. Ele e Otacon (sobrevivente de Shadow Moses e criador do Metal Gear Rex, em MGS1) receberam a informação de que um novo tipo de Metal Gear estaria sendo transportado pelos Marines para testes.
Logo após sua chegada, o navio é tomado por terroristas russos, comandados por Sergei Gurlukovich. Snake percebe que eles podem tentar tomar o Metal Gear e adentra o navio para descobrir onde está o Metal Gear e tirar fotos dele, para que aja evidência de um novo Metal Gear e evitar que ocorra um ataque terrorista. Porém, o Metal Gear é tomado por Ocelot, o mesmo de Shadow Moses. Ele trai Gurlukovich e rouba o Metal Gear, afundando o navio. E é aí que as coisas mudam. Você só joga com Snake nesta parte do game, no começo. Depois disso, a história se passa 2 anos depois na Big Shell, uma instalação ambiental que foi criada para limpar a água por causa do incidente com o navio. O novo protagonista se chama Raiden, que foi muito criticado no começo por não ter metade do carisma de Snake. Porém, com o desenrolar da história, Raiden se torna essencial para a trama do game.
Voltando a história, a Big Shell foi tomada por terroristas que se denominam "The Sons of Liberty" (os filhos da liberdade) com a ajuda de um grupo anti terrorista chamado Dead Cell. Eles sequestraram o presidente dos E.U.A. e pedem um resgate de 30 bilhões de dólares (sim, você não leu errado). Mas aos poucos, Raiden vai percebendo que isso não passava de uma história para encobrir a verdade sobre a Big Shell, que de instalação ambiental não tem nada. Na verdade, Big Shell foi construída para acobertar a construção de um novo tipo de Metal Gear. O resto, só jogando para saber, pois a história de Metal Gear 2 é muito, mas muito confusa e complexa, tanto que eu acho impossível eu explicá-la detalhadamente. Se você sabe falar inglês, vai conseguir entender a história.
A jogabilidade do game foi muito aperfeiçoada desde o primeiro game. Agora, o personagem podia atirar enquanto usava a visão em primeira pessoa, o que facilitou muito o game nas partes de mais ação. Existem partes em que você pode nadar e partes em que o personagem pode ficar pendurado para passar por determinados lugares. Os sons do game são muito bons e realistas e os gráficos são muito bonitos até hoje. Se você pegar para jogar a versão recente em HD, perceberá que o jogo sempre foi muito bonito.
Metal Gear 2 tem mais duas versões: uma em HD, junto com MGS3 e Peace Walker que foi lançada para PS3 e X360 e a versão Substance, que foi criada por causa das implicâncias dos fãs em não poder jogar muito com Snake. Esta versão contém as Snake Tales, que são missões que você joga exclusivamente com Snake (que são difíceis demais).
Metal Gear 2 é um excelente game, com uma trama muito inteligente e uma das melhores jogabilidades. Com certeza uma experiência obrigatória.

domingo, 7 de outubro de 2012

Sonic Riders - PC, PS2, Xbox, GameCube - 2006


Esse jogo é muito difícil! Foi um sacrifício terminar ele.
Sonic Riders é como um Mario Kart ou um Crash Team Racing. É aquele típico game de corrida que diverte e prende por várias horas.
A história do game é a seguinte: Sonic, Tails e Knuckles estão procurando por algumas esmeraldas do caos que foram roubadas. Eles descobrem que elas foram roubadas por 3 indivíduos com pranchas voadoras e vão atrás deles. Knuckles consegue bater em um deles, fazendo com que ele caia da prancha. Sonic então pega a prancha e vai atrás daquele que parece ser o líder. Porém, o líder deles derruba Sonic da prancha e foge com os outros dois. Logo em seguida, Eggman (ou Robotnik, tanto faz) faz um transmissão anunciando um torneio de corrida, e mostra quem são os atuais participantes, que são os ladrões das esmeraldas do caos. Sonic e seus amigos decidem participar do torneio para recuperar as esmeraldas.
Sonic Riders é um game muito difícil, por não ser NADA intuitivo. O único vídeo tutorial do game está na seção de extras, que dificilmente alguém vê. E detalhe, ele está em inglês, então se você não entende de inglês vai apanhar muito para aprender a jogar. MAS, quando se aprende a jogar, o game se torna mais normal (não vou dizer fácil, porque mesmo sabendo jogar ele ainda é difícil). E é ai que o game fica realmente interessante. O game é difícil também pelo fato das pranchas terem "gasolina" (na verdade, elas são movidas a ar). Quando o ar delas acaba, você tem 4 opções: pegar um certo número de anéis para restaurar a barra de ar; conseguir um power-up que enche o ar; fazer manobras ou então parar no pit-stop.
O game conta com vários modos de jogo, sendo eles: Modo história, em que você pode jogar com o time de heróis (Sonic, Tails e Knuckles) ou o time Babylon, que são os ladrões do começo do game (Jet, Wave e Storm); Modo missão, em que você tem de cumprir certos objetivos em cada fase; Modo normal race, em que você pode escolher entre uma corrida normal, modo time attack que você tem que bater seu recorde de tempo e o torneio do modo história; Modo Tag, em que você joga com um parceiro e o Modo Survival, que é divido em 2: Modo Race Stage, em que você precisa ficar com a esmeralda do caos por mais tempo e o Modo Battle Stage que você precisa ficar batendo nos seus adversários.
Sonic Riders conta com 16 personagens, sendo eles: Sonic, Tails, Knuckles, Amy, Jet, Wave, Storm, Eggman, Cream, Rouge, Shadow, Nights, AiAi, Ulala, E-10000G e E-10000R. Você começa apenas com os 7 primeiros desbloqueados, tendo de liberar o resto conforme o game avança. Existe também o Super Sonic no game, mas ele não é bem um personagem, ele é um item que você consegue no modo missão. Ao equipar ele no Sonic, ele se transforma. Cada personagem tem um tipo de habilidade especial, que são 3: Speed (velocidade) que faz seu personagem ser mais rápido e possibilita que ele escorregue por barras; Fly (voar) que faz o personagem voar por determinadas partes das fases e Power (poder) que faz que o personagem tenha força e quebre partes das fases, revelando corta caminhos.
O game conta com 3 tipos de veículos: Prancha, patins (aberto quando se termina o modo história com os heróis) e moto (aberta quando se termina o modo história com os babylons). O game tem uma loja, em que você pode comprar mais veículos, usando os anéis que você coleta durante as corridas como moeda.
O gráfico do game é muito bom e responde bem a velocidade do game. As fases variam de cidades, florestas e desertos e as músicas do game são todas músicas eletrônicas, que combinam perfeitamente com o game.
O game contém também power ups, mas não são muitos. São apenas anéis, que servem para restaurar a barra de ar e aumentar a velocidade da prancha; Power up que regenera ar; Botas que deixam mais rápido ou então uma bota presa a uma bola de ferro que te deixa lento.
Sonic Riders é muito divertido e desafiador, o que faz com que você perca bastante tempo jogando, caso seja cabeça dura como eu. Caso não seja persistente, vai desistir na primeira corrida. Meu conselho é que de uma chance ao game e tente se aperfeiçoar. Você será bem recompensado, pois o game proporciona muita diversão (e um pouco de raiva também).


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Guitar Hero - PlayStation 2 - 2006



Aqui está o responsável pelo meu gosto musical atualmente (junto com Need For Speed Most Wanted, que tem uma tracklist muito agradável também).
Quando esse game foi lançado, lembro que foi uma febre entre meus amigos. Ninguém tinha dinheiro pra comprar a guitarra do jogo então todo mundo usava o controle do playstation mesmo. Mas isso não atrapalhava a diversão, ao contrário, deixava o jogo mais desafiador e mais interessante.
Guitar Hero revolucionou o mundo dos games, por ser o game musical de mais sucesso já lançado (existiram outros, como o GuitarFreaks que pouquíssima gente conhece, mas nenhum foi tão bem sucedido quanto GH)
O game conta com várias musicas dos estilos do Rock e do Metal, o que era um prato cheio pros roqueiros gamers. Pra mim foi o que mudou meu gosto musical, pois eu digo, depois de ouvir músicas como Iron Man do Black Sabbath, Symphony Of Destruction do Megadeth ou até Cowboys From Hell do Pantera, é difícil alguém não começar a gostar pelo menos um pouco de rock ou metal.
O intuito do jogo é você se sentir um guitarrista de uma banda de rock. Na tela do jogo, existem 5 botões, os quais o jogador tem que pressionar na hora certa, como se estivesse fazendo os acordes de uma guitarra real. Dependendo da sua performance, o público pode ou não gostar do modo que você tocou, e quanto melhor você for, mais dinheiro ganha no final do show, dinheiro esse que você pode usar para comprar músicas bônus, guitarras novas, novas pinturas e novos personagens e nas versões mais recentes do game, novas roupas.
O game tem um total de 47 músicas e 4 dificuldades em que se pode jogar, então você que nunca jogou (se é que essa pessoa existe) não precisa se preocupar em ser bom logo de cara, você pode ir começando do mais fácil até se acostumar com o game.
Fora isso, o game tem alguns extras, como a guitarra em forma de machado e algumas pinturas que são destravadas depois de se terminar o game.
Guitar Hero é um game muito divertido e que consegue manter alguém entretido por bastante tempo, então se você ainda não jogou, trate de jogá-lo, pois é um excelente game.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Marvel Ultimate Alliance - PC, Xbox 360, PS2, PS3 e PSP - 2006


Aproveitando essa onda do filme Vingadores (que aliás, é excelente) resolvi postar esse singelo jogo da Marvel.
O jogo começa mostrando o Helicarrier (famosa nave da S.H.I.E.L.D.) sendo atacada por Dr. Destino. Nick Fury então pede ajuda para todo e qualquer herói que puder ajudar. Imediatamente, Capitão América, Thor, Wolverine e Homem Aranha respondem ao chamado. Eles ajudam a salvar o Helicarrier, e descobrem que Dr Destino convocou todos os vilões imagináveis para formar o "The Masters Of Evil" (Mestres do Mal), que tem por objetivo conseguir poder suficiente para governar o mundo.
Diante a isso, eles formam uma aliança de heróis. (Meio que os Vingadores mesmo, com a pequena diferença que agora não tem só 4 heróis, você tem a disposição mais de 20).
No jogo, você pode ter até 4 personagens na sua equipe, que inicialmente é composta por Cap. América, Thor, Homem Aranha e Wolverine. Mas depois é possível trocá-los por outros heróis e até fazer seu time favorito, como Quarteto Fantástico ou Vingadores. Também é possível criar seu próprio grupo, com nome e símbolo. O grupo criado pode ter até no máximo 10 heróis.
O estilo do jogo é simples: sentar a porrada em todo mundo. Cada herói tem seus próprios golpes e habilidades, fora que alguns podem voar (Thor, Homem de Ferro) ou usar de artifícios para se locomover mais rápido (Homem Aranha). O jogo tem um tempo razoável, nem muito curto e nem muito longo. Apesar de ser repetitivo, o game conta com diversos extras, como roupas extras, HQ's, concept arts e desafios. Graficamente falando, o game é simples, o que o torna mais rápido e atrativo.
Vale a pena a experiência, ainda mais se você for um fã dos heróis da Marvel.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

God Of War 2 - PlayStation 2 - 2008



"By defeating Ares, Kratos the once mortal warrior have become the new God of War"
Aqui a continuação dessa incrível saga, que conta a história do guerreiro espartano Kratos. O game começa mostrando Kratos como o novo deus da guerra. Porém ele está sozinho no olimpo, pois todos os deuses o rejeitam e o excluem. Mas para Kratos isso não importa, pois ele encontrou uma nova família nos guerreiros de esparta. Ele os ajuda a vencer cada batalha e assim esparta está se tornando a maior das civilizações. Mas os deuses não estão nem um pouco satisfeitos com os feitos de Kratos, tanto é que Atena vem dizer a Kratos que pare, e que ela não pode mais conter a fúria do olimpo. Como é de se esperar, Kratos não ouve o que Atena diz, e ela o diz para não dar as costas á ela, ja que foi ela quem o tornou um deus. Kratos diz que não deve nada a ela, e vai para Rhodes, para ajudar os espartanos na batalha.
Mas Kratos não prevê que algo daria errado. Durante a batalha, uma coruja surge e tira parte dos poderes de Kratos e os transfere para o colosso que estava sendo construído (referência clara ao colosso de Rhodes, uma das 7 maravilhas do mundo antigo). Num primeiro momento, Kratos pensa que foi Atena quem o traiu. Kratos passa por toda a Rhodes, matando os soldados e enfrentando o colosso algumas vezes. No meio da batalha, Zeus se dirige a Kratos, mas este diz que não precisa de sua ajuda, só para provar que ele não precisa dos deuses do olimpo e que não lhe importa seu desdém. Zeus então diz que quer oferecer mais do que ajuda, quer oferecer poder, e então lhe joga a Blade of Olympus (Lâmina do Olimpo) e diz para ele colocar todos seus poderes de deus na espada, para que ele chegue ao seu potencial máximo. Kratos desconfia da ajuda do deus, e ele então diz que o que ele está fazendo é para o bem do Olimpo.
Kratos consegue chegar a Blade of Olympus e coloca todos os seus poderes na espada. Com sua nova arma, ele derrota o colosso. Porém, a mão do colosso cai sobre Kratos, esmagando sua armadura e o ferindo seriamente. Como ele colocou seus poderes de deus na espada, Kratos era um mortal novamente, e então percebeu que sua única chance de sobrevivência seria ter a espada.
Então a coruja que havia tirado os poderes de Kratos volta, e se transforma em Zeus! Kratos não entende a traição do deus, e ele então o diz que Kratos é uma ameaça ao Olimpo, e que ele deveria servir Zeus. Como é de esperar, Kratos diz que não serve ninguém. Mas como ele está muito fraco, Zeus não tem muita dificuldade em matar Kratos, e em seguida matar o exército espartano.
No inferno, Kratos começa a ter visões e ouvir vozes dizendo-o para não desistir. A voz se apresenta como Gaia, titã representante da terra. Ela diz que Kratos é o único capaz de derrotar Zeus e os outros deuses do Olimpo. Ela então o cura, e o diz para ir até as Sisters of Fate (irmãs do destino) para voltar no tempo para o momento que Zeus o traiu. Começa então a jornada de Kratos para mudar seu destino, e assim destruir aquele que o traiu.
Graficamente o jogo evoluiu muito, os cenários e personagens estão muito mais bonitos. Quanto a jogabilidade, está como no game anterior, porém mais refinada, além de que agora Kratos pode contar com 3 armas secundárias, 2 a mais do que no game anterior.
"A choice from the gods it's as useless as the gods themselves"