quinta-feira, 16 de agosto de 2012

The Legend Of Zelda: Majora's Mask - Nintendo 64 - 2000


Esse game é bem do tipo "ame-o ou deixe-o". Muitos dos "fãs" da série Zelda apedrejam esse jogo, geralmente com desculpas esfarrapadas. Eu o achei excelente, e vou detalhar aqui minhas impressões sobre o jogo (afinal, é pra isso que o blog serve).
Majora's Mask é o sexto game da franquia Zelda, sendo o primeiro game a ser uma continuação direta na história. Lembra quando eu disse no post do Ocarina of Time que os games de Zelda tinham histórias diferentes a cada game? Pois é. Majora's Mask é o primeiro a quebrar essa regra. O game se passa algum tempo depois do final de Ocarina of Time. Como foi visto no final de Ocarina, a fada Navi que acompanhava Link, se separa do herói. Afinal, fadas apenas ficam com os kokiri, que são os "elfos". Link é um Hylian, e como ele já havia salvo Hyrule de Ganondorf, Navi não ficaria mais com ele. Mas Link sente falta de sua companhia, e parte em uma jornada em busca da fada Navi. No meio da jornada, ele se depara com o Skull Kid, que tem como companhia duas fadas, Tatl e Tael. O Skull Kid aparece usando uma máscara, que depois se descobre que é a máscara de Majora, uma máscara amaldiçoada.
Link está passando por uma floresta com sua égua Epona, quando o Skull Kid o surpreende, fazendo com que ele caia da Epona e fique desacordado. Skull Kid então mexe nas coisas de Link e pega a Ocarina do tempo. Link acorda, e ve o Skull Kid com a ocarina na mão, então Skull Kid sobe na Epona e vai embora, deixando Link para trás.
Quando Link alcança o Skull Kid, ele assume uma postura diferente, dizendo que se livrou da égua Epona, e então te transforma em um Deku (criatura feita de madeira) e fica zombando do Link. A fada Tatl começa a bater no Link, zombando ele e não percebe quando o Skull Kid vai embora. Ela então fica para trás, junto com Link. Ela então não vê outra saída a não ser se unir ao Link até achar o Skull Kid.
Junto com Tatl, Link chega a Clock Town, que fica na terra de Termina, onde ele encontra o vendedor de máscaras. Ele diz que uma máscara amaldiçoada foi roubada dele. Ele então diz que pode dar a cura para Link voltar ao normal caso ele trouxesse a máscara de volta. Só para ajudar, Skull Kid, possuído pela máscara, faz com que a lua caia na terra, num tempo de 3 dias. Sem sua égua, sem a ocarina, transformado em Deku e com um tempo de apenas 3 dias para salvar o mundo, Link precisa juntar todas as suas forças para conseguir vencer o Skull Kid e tomar a máscara amaldiçoada.
No final do 3º dia, Link consegue achar o Skull Kid e o enfrenta. A fada Tael, irmão de Tatl, diz que eles precisam da ajuda daqueles que estão no oceano, nas montanhas, no pântano e no canyon. A lua já está prestes a cair e destruir tudo, quando então Link consegue recuperar a ocarina, e tem uma súbita lembrança de Zelda, que havia ensinado a ele a canção do tempo, a muito tempo atrás. Link então toca a canção do tempo, que então o leva ao começo de tudo, quando Link foi transformado em Deku. Ele então fala novamente com o vendedor de máscaras, e ele o ensina a canção da cura. Link volta ao normal, deixando cair no chão uma máscara, que poderia transformar Link em Deku a qualquer momento.
Agora Link precisa procurar aqueles de quem Tael falava. Eles são os únicos que podem ajudar a salvar Termina, impedindo que a lua caia. Minhas impressões sobre a história: O motivo pelo qual Link está em Termina foi muito mal colocado, essa história dele ir atrás de Navi ficou como uma desculpa esfarrapada para explicar como Link foi em uma viagem. A impressão que dá, é que os produtores quiseram pegar carona no sucesso de ocarina of time para conseguir vender mais. Pra mim não deu muito certo, mas nem por isso o jogo é ruim.
Quanto a jogabilidade, o game é praticamente o mesmo. Ele carrega o mesmo modo de jogo de Ocarina of Time, em relação aos movimentos de alguns inimigos e movimentos do Link. Existem vários inimigos novos, feitos para o game. E Link também possui alguns movimentos novos, como quando ele pula, ele da saltos mais bonitos. Quanto ao som, este assim como seu antecessor, foi muito bem produzido, com músicas que ficam na cabeça. A ocarina ficou um pouco ofuscada ao meu ver, pois as músicas que são tocadas na ocarina em Majora's Mask não são tão marcantes quanto as de Ocarina of Time. Quanto aos gráficos, Majora's Mask é muito mais bonito que seu antecessor, usando a capacidade máxima do Nintendo 64 e ainda necessitando do extension pak, para melhoria dos gráficos.
A graça nesse jogo, como o próprio nome já implica, está nas máscaras. Existem várias máscaras que possuem efeitos diversos, como te deixar mais rápido, ficar "invisível" para as pessoas, explodir, dentre outras. MAAAS....o melhor do game está nas máscaras que transformam Link, pois além da máscara de Deku, você ainda consegue uma máscara que te transforma em Goron (uma espécie de bicho de pedra), e em Zora (uma raça aquática). Quando se transforma, Link adquiri as habilidades daquela raça, como carregar coisas pesadas ou nadar, em forma de Goron e Zora, respectivamente. Além dessas transformações, ainda existe a máscara Fierce Deity, que deixa  o Link adulto, com o cabelo branco, uma roupa cinza e uma espada que dispara uma magia azul. A melhor máscara disparada, mas infelizmente só pode ser usada na batalha final do jogo.
Agora aos motivos que fazem os "fãs" não gostarem do jogo: 1- O jogo tem tempo. R: Se você me disser que não vai jogar o jogo por causa disso, vou te chamar de fresco. Com a ocarina do tempo, você consegue voltar ao primeiro dia, deixar o tempo lento para conseguir passar os templos e ainda avança, caso queira chegar a uma determinada parte mais rápido. Além disso, com esse sistema de tempo, vários eventos do game tem uma hora determinada para acontecer, fazendo com que você fique muito mais tempo jogando, para descobrir todos os eventos; 2- O jogo não se passa em Hyrule, não têm a princessa Zelda e nem a Master Sword. R: Poxa, precisava de uma mudança, não acham? Todo game com as mesmas coisas enjoa, e a empresa fez muito bem em arriscar uma história nova. O jogo não se passa em Hyrule, se passa em Termina, que é como uma realidade alternativa de Hyrule, pois as pessoas da cidade são as mesmas de Ocarina of Time, só que com objetivos e gênios diferentes, como se eles estivessem "mascarando" quem são. Essa foi uma sacada genial para a trama do jogo.
Majora's Mask é um excelente game, que se sustentaria muito bem sozinho. Infelizmente, tentou pegar carona com o Ocarina e acabou sofrendo comparações, que eram inevitáveis, afinal é uma continuação. Creio eu que foi o único pecado do game. Mas o game é excelente e vale sim a pena. Recomendo.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Sonic Adventure DX - GameCube, PC - 2003



Bom, como eu não sou um grande entendedor de Sonic (só joguei o primeiro de Mega Drive e o 3D Blast de Saturno), um amigo meu fez a resenha de um dos games do Sonic, deem uma conferida!
"E a galerinha do Blog Addicted in Games, tudo supimpa com vossas pessoas!?  Aqui quem voz fala (ou digita!) é o thefelipehero, e trarei a este singelo Blog, uma review ou análise como preferirem de um jogo que marcou muito minha vida, (óóhhh...) o Sonic Adventure DX, mas falar sobre esse jogo é meio complicado, pois foi um jogo que originalmente foi lançado para o saudoso, (porém o fracasso da SEGA) o Dreamcast em 1998. A versão DX foi lançada para Gamecube e PC em 2003. Primeiro jogo de nosso Ouriço azul favorito em 3D, e foi um jogo que revolucionou na jogabilidade, na história, (e como ela é contada) músicas e gráficos. Vamos falar um pouco sobre a história do jogo, que Dr. Robotinick ou Eggman, como preferirem, novamente quer dominar o mundo, (num sei do porque, mas ele quer!) como isso ele meio que acorda uma criatura que fez muito mal num passado longínquo, que ia ficando mais forte, há medida que “comesse” as Esmeraldas do Caos, que são pedras que contém uma espécie de poder, esse infinito.
 A missão do Sonic, e seus amigos, que são o Tails, que é uma raposa com duas caldas, Knuckes, que é uma echidna, espécie que se assemelha muito há um ouriço, Amy, uma ouriça que lembra muito aquele tipo de fã maníaco por algo ou alguém, (no caso dela, o Sonic.) E-102y, que é um robô que depois de conhecer a Amy, meio que ajuda ela e o Big, que é um gato gordo que persegue um sapo chamado Frog, (do inglês: sapo... hãm!?)  como uma vara de pescar. Na história, os personagens se cruzam, assim mesmo que de forma indireta, influenciando uns nas histórias dos outros, e a história é contada pelo ponto de vista de cada personagem, assim mudando algumas falas, e justificando algumas atitudes, que no mínimo são estranhas para outros personagens.
 Cada personagem tem uma jogabilidade distinta, que é uma coisa muito boa para a experiência de jogo, por exemplo, o Sonic por ser o personagem mais rápido do jogo, suas telas são muito dinâmicas, tendo trechos que de para correr, além de loopings que são partes onde o Sonic pode andar em trechos espirais, já o Tails, grande “Sancho Pança” do Sonic, fica apostando corrida com o Sonic, já o Knuckles é um caçador de tesouros, pois ele no jogo fica coletando fragmentos de uma GRANDE ESMERALDA que tem também grande importância no enredo do jogo.
 As telas estão espalhadas num grande mapa, na verdade três, que denominam-se Adventure Fields, Station Square, cidadezinha do jogo, Mistic Ruins, floresta-ruínas de uma civilização indígena e Egg Carrier, uma nave de guerra do Dr. Robotinick ou Eggman, como preferirem.
 O jogo além da aventura principal, tem os Bonus, que ai começam as diferenças, pois no jogo tem um modo que você pode cria uns bichinhos virtuais, quem tem fome, precisa brincar, cresce, precisa de amor, acasalam, tipo um Tamagotchi, (quem nasceu no final do anos 80 e ínicio dos anos 90, sabe do que estou falando!) que os cenários onde você cria seus bichinhos, são inspirados nos Adventure Fields, e com esses bichinhos, dava para apostar corridas e ganhar emblemas, uma coisa que vou explicar agora, os Emblemas nas versões de Game Cube e PC servem para desbloquear jogos de Game Gear(console portátil de 8bit lançado pela SEGA nos anos 90) e liberar um personagem secreto, que se desbloqueava-se com todos o emblemas do jogo, 130, o Metal Sonic.
 Sonic Adventure como todos os jogos lançados até hoje, não fica livre de Bugs, que são defeitos, sejam de programação ou gráficos, mas esses bugs não influenciam em nada na obra-prima da SEGA.
Em síntese, Sonic Adventure como tantos títulos desse Blog, não pode deixar de ser chamado de Clássico, pois foi um jogo que foi um divisor de águas na série que engloba o mundo do Sonic, pois depois desse jogo, a jogabilidade, trilha sonora e até mesmo a crítica, nunca foram as mesmas.
 Que nem eu digo, Sonic Adventure é Sonic Adventure, pois ele é Sonic Adventure! Redundante né!? Aqui foi o thefelipehero para o Blog Addicted in Games, falow galerinha, fui!"
Pra quem quiser ainda dar uma conferida, o Felipe tem um canal de games. Deem uma olhada depois:
http://www.youtube.com/user/thefelipehero?feature=mhee


terça-feira, 31 de julho de 2012

The Legend Of Zelda: Ocarina Of Time - Nintendo 64 - 1998



Mais um clássico aqui no blog! A grande maioria, quando se fala de Zelda, logo falam do Ocarina Of Time como o melhor. Não é pra menos, eu nunca havia jogado qualquer Zelda e quando joguei esse, o achei um excelente game. O game realmente é fantástico.
Ocarina of Time é o quinto game na franquia Zelda. Mas calma, os jogos da série não possuem uma cronologia a ser seguida necessariamente, deixando essa liberdade pro jogador escolher o que quiser. Foi o primeiro a ser feito em 3D, e que agradou a todos, pois o jogo tinha várias inovações.
A história conta a história de Link (como em todos os games), um garoto que vive com os kokiris, que são como elfos. Todos os elfos possuem uma pequena fada guia, dada pela grande arvore Deku. Link era o único que não possuía uma fada até que Navi, a fada, vem até Link e diz que a grande arvore Deku o está invocando.
Link vai até a arvore Deku e ela lhe explica sobre a Triforce, que é uma relíquia criada pelos deuses Din, Nayru e Farore. Ela foi criada após os 3 deuses terem criado Hyrule, que é a terra em que o game se passa. Ela também diz que ela foi amaldiçoada por um homem em uma armadura negra, que está atrás do poder da triforce. Ela então entrega a Link a esmeralda kokiri, e fala para o garoto ir atrás da princessa Zelda, pois ela o ajudaria a derrotar o homem da armadura e assim evitar que a triforce caísse em mãos erradas
Link então parte em busca da princessa Zelda. Quando ele a encontra, ela o diz para procurar pelas outras 2 jóias, pois elas são a entrada para o templo do tempo, onde a triforce se encontra. Zelda teve uma premonição em que Ganondorf, rei dos Gerudos (e o tal do homem na armadura negra) tentava roubar a triforce.
Depois de encontrar as 3 jóias, Link volta para o castelo. Mas então se surpreende com Impa, a criada de Zelda, fugindo de Ganondorf e levando Zelda consigo. Zelda então atira a Ocarina do tempo para Link. Este item de suma importância no jogo, pois ela é uma das chaves para o templo do tempo. Link então usa as 3 jóias e toca a canção do tempo na ocarina, ele consegue adentrar de uma câmara onde está a Master Sword (Espada Mestra, em tradução literal) Quando Link tira a Master Sword do lugar, ele abre a porta para a Sacred Realm (realidade sagrada, onde a triforce está). Porém, Ganondorf estava observando tudo, e entra na Sacred Realm e consegue roubar a triforce.
Como Link era muito jovem para conseguir derrotar Ganondorf, seu espírito fica selado por sete anos dentro da câmara dos sábios. Quando Link desperta, ele encontra Rauru, um dos 6 sábios, e diz a Link que ele é o escolhido da master sword para ser o herói do tempo e então diz aconteceu nos 7 anos que se passaram desde que Ganondorf conseguiu a triforce. Ele havia se tornado o rei de Hyrule e espalhado o medo por todo lugar. Agora, Link teria que encontrar os outros 5 sábios para conseguir derrotar Ganondorf. O resto da história, você terá de jogar para saber.
A jogabilidade do game é muito boa, responde bem, a única coisa ruim é a câmera, pois por ser um game de aventura, o segundo analógico para controle da câmera faz falta.
Questão de gráficos, o jogo é muito bonito e pra época em que foi lançado, era lindo demais. Os sons nesse jogo são uma coisa excepcional, ainda mais pelas músicas que você toca na Ocarina, pois ficam na cabeça e são excelentes músicas. Falando em Ocarina, um ponto muito interessante nesse game é que as músicas da ocarina tem efeitos diversos, como teleportar Link para vários lugares, acelerar o tempo e até fazer chover!
O game conta com uma variedade de itens que podem ser usados para ajudar Link em sua jornada, tais como estilingue e boomerang quando criança ou um arco e flecha e um gancho para alcançar lugares altos quando adulto. Além de tudo isso, Hyrule é um lugar gigante a ser explorado, contendo diversos minigames espalhados para se divertir, tal como tiro ao alvo ou pescaria. E como Hyrule é enorme, nada como a ajuda da égua Epona para conseguir se locomover rápido!
Sinceramente? Ocarina Of Time é sim um dos melhores games já feitos, e se você ainda não jogou, recomendo muito que jogue, dificilmente você se arrependerá!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Silent Hill - PlayStation - 1999



"The fear of blood tends to create the fear for the flesh"
Bem vindos a Silent Hill, e preparem-se para se cagar com esse ótimo game de terror psicológico. Lógico, se você não entende de inglês, nem vai manjar nada do game.
Silent Hill é um dos games de terror mais consagrado da história. Porquê, você me pergunta? Simples, você literalmente se caga jogando. Você ta la, feliz jogando, quando do nada fica tudo escuro e você só tem uma lanterna e um cano pra se defender. Sentiu o drama?
O game se passa em Silent Hill (dãã) que é uma cidade meio que rural, ela seria uma cidade mais afastada, mais pacata. Ela se situa em um lugar perto de um lago e montanhas, o que cria aquele clima de névoa.
Na cidade tinha um culto (bem maligno, por sinal) que em vez de ser a um Deus, era a um demônio, chamado Samael. A líder do culto, Dahlia Gillespie, resolveu tentar trazer o "Deus" a vida, sacrificando a própria filha Alessa para traze-lo a vida. Mas (como tudo tem um "mas") Alessa não é uma menina comum, ela tem poderes psíquicos, sendo chamada de bruxa na escola.
Para conseguir fazer o demônio ter vida, Dahlia precisa sacrificar a filha, e ela o faz queimando a menina dentro da própria casa. É ai que Alessa usa seus poderes para criar uma imagem de si mesma e criar sua própria Silent Hill. Alessa então é mandada para o hospital Alchemilla, onde ela fica num quarto subterrâneo, e sofre ainda mais, com o corpo totalmente queimado e sofrendo de pesadelos constantes. O único meio dela escapar disso, foi separando sua alma em duas. Uma ficou no hospital, sofrendo, a outra se tornou um bebê, que é encontrado na beira da estrada de Silent Hill por Harry Mason e sua esposa. (Como o bebê foi parar la, só jogando Silent Hill Origins pra saber. Ou se você quiser, espera eu postar sobre ele. PS: aconselho a joga-lo).
O culto então é interrompido, pois eles precisam da Alessa "inteira" pra conseguir invocar Samael. Eles decidem esperar. Nesse meio tempo, Harry e sua esposa vão criando o bebê, agora batizado de Cheryl. A esposa de Mason morre uns anos depois, fazendo com que Harry cuide de Cheryl sozinho.
Quando a menina atinge certa idade, ela começa a sonhar com Silent Hill e diz ao pai que deseja ir para a cidade. Harry então decide levar a garota a cidade. No meio da estrada, a noite, ele se depara com uma moto caída, e logo após, um vulto aparece na estrada (adivinha de quem?) fazendo com que Harry tente desviar e bata o carro. Quando ele acorda, Cheryl desapareceu, e ele então entra na cidade para procura-la.
Essa Silent Hill, não é mais normal, agora é a cidade que Alessa criou em sua mente, portanto, ela muda constantemente, as vezes mostrando os medos de Alessa em forma de monstros, e as vezes mostrando personificações dos medos do personagem. É facil identificar quando as coisas vão mudar, por causa de um barulho de sirene. Se você ouvir o barulho, se prepare que o bicho vai pegar.
Bom, sem mais detalhes da história, pois isso eu vou explicar em um posto sobre a franquia.
O game conta com cgs bem impressionantes pra época do game, tem uma jogabilidade em 3D, meio travadona, que é o que faz o game ser assustador. Se você não tem condições de sentar a porrada num bicho, isso faz com o medo aumente, então essa jogabilidade travada foi proposital, pra dar mais um clima tenso pro game. O game não tem muita música, o que cria o ambiente perfeito de terror.
Bom, se você não conhece Silent Hill, trate de jogar, a não ser que você seja cagão demais pra isso.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Guitar Hero - PlayStation 2 - 2006



Aqui está o responsável pelo meu gosto musical atualmente (junto com Need For Speed Most Wanted, que tem uma tracklist muito agradável também).
Quando esse game foi lançado, lembro que foi uma febre entre meus amigos. Ninguém tinha dinheiro pra comprar a guitarra do jogo então todo mundo usava o controle do playstation mesmo. Mas isso não atrapalhava a diversão, ao contrário, deixava o jogo mais desafiador e mais interessante.
Guitar Hero revolucionou o mundo dos games, por ser o game musical de mais sucesso já lançado (existiram outros, como o GuitarFreaks que pouquíssima gente conhece, mas nenhum foi tão bem sucedido quanto GH)
O game conta com várias musicas dos estilos do Rock e do Metal, o que era um prato cheio pros roqueiros gamers. Pra mim foi o que mudou meu gosto musical, pois eu digo, depois de ouvir músicas como Iron Man do Black Sabbath, Symphony Of Destruction do Megadeth ou até Cowboys From Hell do Pantera, é difícil alguém não começar a gostar pelo menos um pouco de rock ou metal.
O intuito do jogo é você se sentir um guitarrista de uma banda de rock. Na tela do jogo, existem 5 botões, os quais o jogador tem que pressionar na hora certa, como se estivesse fazendo os acordes de uma guitarra real. Dependendo da sua performance, o público pode ou não gostar do modo que você tocou, e quanto melhor você for, mais dinheiro ganha no final do show, dinheiro esse que você pode usar para comprar músicas bônus, guitarras novas, novas pinturas e novos personagens e nas versões mais recentes do game, novas roupas.
O game tem um total de 47 músicas e 4 dificuldades em que se pode jogar, então você que nunca jogou (se é que essa pessoa existe) não precisa se preocupar em ser bom logo de cara, você pode ir começando do mais fácil até se acostumar com o game.
Fora isso, o game tem alguns extras, como a guitarra em forma de machado e algumas pinturas que são destravadas depois de se terminar o game.
Guitar Hero é um game muito divertido e que consegue manter alguém entretido por bastante tempo, então se você ainda não jogou, trate de jogá-lo, pois é um excelente game.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Marvel Ultimate Alliance - PC, Xbox 360, PS2, PS3 e PSP - 2006


Aproveitando essa onda do filme Vingadores (que aliás, é excelente) resolvi postar esse singelo jogo da Marvel.
O jogo começa mostrando o Helicarrier (famosa nave da S.H.I.E.L.D.) sendo atacada por Dr. Destino. Nick Fury então pede ajuda para todo e qualquer herói que puder ajudar. Imediatamente, Capitão América, Thor, Wolverine e Homem Aranha respondem ao chamado. Eles ajudam a salvar o Helicarrier, e descobrem que Dr Destino convocou todos os vilões imagináveis para formar o "The Masters Of Evil" (Mestres do Mal), que tem por objetivo conseguir poder suficiente para governar o mundo.
Diante a isso, eles formam uma aliança de heróis. (Meio que os Vingadores mesmo, com a pequena diferença que agora não tem só 4 heróis, você tem a disposição mais de 20).
No jogo, você pode ter até 4 personagens na sua equipe, que inicialmente é composta por Cap. América, Thor, Homem Aranha e Wolverine. Mas depois é possível trocá-los por outros heróis e até fazer seu time favorito, como Quarteto Fantástico ou Vingadores. Também é possível criar seu próprio grupo, com nome e símbolo. O grupo criado pode ter até no máximo 10 heróis.
O estilo do jogo é simples: sentar a porrada em todo mundo. Cada herói tem seus próprios golpes e habilidades, fora que alguns podem voar (Thor, Homem de Ferro) ou usar de artifícios para se locomover mais rápido (Homem Aranha). O jogo tem um tempo razoável, nem muito curto e nem muito longo. Apesar de ser repetitivo, o game conta com diversos extras, como roupas extras, HQ's, concept arts e desafios. Graficamente falando, o game é simples, o que o torna mais rápido e atrativo.
Vale a pena a experiência, ainda mais se você for um fã dos heróis da Marvel.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Portal 2 - PC, Mac, PS3 e Xbox 360 - 2011



Se o primeiro Portal foi bem elaborado, prepare-se para um desafio maior.
A história do game é uma continuação direta de Portal. Depois de destruir GLaDOS, ocorre uma explosão no laboratório e Chell desmaia. Ela ainda meio zonza se vê sendo arrastada por um robô. Ela então acorda no que parece um quarto de hotel, anos depois do incidente. Ela recebe alguns testes cognitivos e então é adormecida denovo.
Eis então que surge Wheatley, um dos personality core (núcleo de personalidade). Ele diz que eles irão para o laboratório, atrás da arma de portais. Ele diz que com a arma de portais, eles podem escapar daquele lugar.
Eles encontram a arma de portais e logo depois tentam escapar do lugar. Porém, Wheatley acidentalmente reativa GLaDOS, que está uma fera com Chell por ela te-la "matado". Ela então amassa Wheatley e joga Chell nas câmaras de teste.
Passando pelas câmaras de teste, Chell descobre que Wheatley ainda está vivo. Juntos, eles desativam as armas de GLaDOS e então a confrontam. Sem armas, GLaDOS fica indefesa. Então Wheatley da a idéia de Chell colocá-lo no corpo de GLaDOS. Ele a transforma num personality core movido pela energia de uma batata e então deixa Chell usar o elevador para sair do lugar. MAS...como nem tudo é perfeito, Wheatley fica obcecado pelo poder do corpo de GLaDOS e trai Chell, jogando-a num abismo junto com GLaDOS.
Chell então aterrissa em um laboratório antigo da Aperture. Ela e GLaDOS resolvem se juntar para conseguir derrotar Wheatley.Conforme o passar das câmaras de teste, GLaDOS descobre que seu verdadeiro nome é Caroline, e ela foi ajudante do CEO da Aperture, Cave Johnson. Enquanto isso, Wheatley não está conseguindo manter o lugar inteiro, pois tudo começa a cair aos pedaços.
Chell consegue voltar ao laboratório atual da Aperture, e então passa por mais câmaras para conseguir chegar até Wheatley. GLaDOS então da a idéia de usar núcleos corrompidos em Wheatley, para força-lo a sair do corpo de GLaDOS.
Depois de conseguir corromper Wheatley, ele causa uma explosão para que Chell não o substitua por GLaDOS. A explosão deixa o lugar a céu aberto, mostrando a lua. Chell então dispara um portal na lua, fazendo com o que o vácuo do espaço os arraste. GLaDOS, de volta a seu corpo, puxa Chell de volta, enquanto Wheatley é jogado no espaço.
Depois de toda essa confusão, GLaDOS diz que é muito difícil matar Chell, por isso vai deixá-la ir embora, enquanto ela restaura o laboratório com a ajuda de dois robôs que ainda estavam no laboratório (coitados, serão usados em testes pro resto da vida...)
Em comparação com o primeiro game, Portal 2 é infinitamente melhor. Melhores gráficos, melhor jogabilidade e o melhor, o jogo não é tão curto quanto o primeiro game, contando até com um coop, em que você usa os dois robôs mostrados no fim do modo campanha.
Excelente game, recomendado.