sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Prince Of Persia: The Sands Of Time - PC, PS2, Xbox, GameCube - 2003

"Most people think that time is like a river, that flow swiftly sure in one direction. But I have seen the face of time and I can tell you...They are wrong! Time is an ocean in a storm. You may wonder who I am and why I say this. Sit down, and I will tell you a tale like none that you ever heard."
E é dessa forma épica que começa uma das melhores trilogias já feitas. A série Prince of Persia é uma das minhas favoritas e nada mais justo do que detalhar o porque.
Sands of Time começa com o rei Sharahman invadindo o palácio do marajá da índia, o qual conseguiu com sucesso com a ajuda do Vizier, que traiu seu próprio mestre. Durante a invasão, o Príncipe (que não tem nome) busca uma forma de agradar seu pai e trazer honra e glória para si. Ele então vai até a sala de tesouros do castelo e acha a adaga do tempo. Com ela, Prince consegue voltar no tempo.
Assim que a batalha termina, Prince volta até seu pai mostrando o item valioso que conseguiu. Vizier está junto e diz que quer sua parte do acordo, que era um dos tesouros que estavam na sala de tesouros (mais precisamente, a adaga e a ampulheta do tempo). Porém, os planos de Vizier vão por água a baixo, sendo que o rei permitiu que Prince ficasse com a adaga e a ampulheta seria dada como presente ao rei de Azad, para fortalecer a amizade entre os 2 reinos. Vizier busca imortalidade através da ampulheta de adaga, já que ele ja está velho e doente. Enquanto Sharahman está recolhendo os tesouros, ele diz ao guardas para pegarem alguns animais exóticos e fazerem de prisioneiras as mulheres sobreviventes, para dizer que ele é piedoso quando vitorioso. Nisso, a princesa Farah é capturada.
Poster do filme
Já em Azad, Sharahman entrega a ampulheta para o rei de Azad. Ele fica maravilhado com o brilho das areias do tempo e pergunta o porque delas brilharem tanto. Vizier ve nisso uma oportunidade e diz que eles poderiam ver melhor caso elas fossem liberadas. Ele diz que para abrir a ampulheta, era necessária a adaga, pois ela é a chave. Prince então abre a ampulheta e libera as areias do tempo, e é aí que as coisas vão pro buraco. Todas as pessoas que se encontravam no palácio são infectadas pelas areias e se tornam monstros de areia, menos Prince, Farah e Vizier, pois eles possuem itens que os protegem das areias (Prince tem a adaga, Farah um colar e Vizier possui um cajado).
Prince vê seus familiares e amigos se tornando monstros e o palácio caindo aos pedaços por causa da liberação das areias. Ele agora precisa chegar aonde está a ampulheta e fechar as areias do tempo para reparar seu erro. Durante a sua ida até a ampulheta, ele encontra Farah. Os dois não confiam um no outro no começo, mas começam a trabalhar juntos para conseguir consertar as coisas. Conforme o game avança, eles vão tendo sentimentos um pelo outro, se importando e se cuidando. Agora cabe aos dois conseguir consertar o erro e impedir Vizier de alcançar a imortalidade.
A jogabilidade do game é muito boa, responde bem e possui comandos relativamente simples. Prince pode escalar, pular, correr por paredes, se pendurar, atacar com espada e realizar mais um monte de parkours loucos. Os gráficos apesar de ultrapassados são muito bonitos, principalmente os cenários. As músicas em sua grande maioria tem influência persa e os sons são muito bons. A única coisa que chega a ser repetitiva e irritante no game é a progressão. É a mesma coisa o game inteiro: Tem uma parte de escaladas e parkour, algumas vezes um puzzle (quebra-cabeça) e em seguida são batalhas com monstros. Dai aparece um save point e começa tudo denovo. Isso chega a ser enjoante caso você jogue sem prestar atenção na história, pois é isso que segura o jogador até o final. E só pra ajudar, as batalhas não são tããããão legais assim, pois são inúmeros monstros para se matar em cada parte e eles não morrem apenas derrubando eles. Assim que eles caem, você tem que apertar um botão para que Prince use a adaga nele e sugue toda a areia do monstro. Isso dificulta muito no meio de uma batalha, pois na maioria das vezes em que você vai usar a adaga em um monstro, outro chega por trás e te ataca. Ai o que estava caído levanta e você tem que começar denovo. Isso é frustrante demais. Além disso, Farah também te ajuda nas batalhas com um arco e flecha. Ela consegue atordoar inimigos mais facilmente para que você possa derrubá-los e sugar a areia. Mas não pense que isso torna o game fácil, pois ela é burra feito uma porta. Ela atira flechas uma a cada minuto e ainda pode te acertar. Já me aconteceu de eu estar com um cisco de vida e só faltar um monstro para conseguir chegar ao save point. A mula ao invés de acertar o monstro, me acertou e eu estava sem o poder de voltar no tempo. Nem é preciso dizer a raiva que eu fiquei...
Prince conta com alguns poderes da adaga, como voltar no tempo, deixar ele lento ou até ficar super rápido para matar os montros. Esses poderes são desbloqueados ao longo do game e para serem usados, você gasta uma carga de sand tank. Ao longo do game, existem pontos em que você vai aumentando a capacidade de sand tanks da adaga. Além disso, durante os save points, Prince tem visões do que está prestes a acontecer com ele, para que ele possa evitar os males que possam ocorrer com ele. Existem também passagens secretas em que você encontra uma fonte misteriosa que aumenta sua barra de vida.
Sands of Time ainda conta com um filme de mesmo nome. Ele foi feito pela Disney com algumas alterações. Prince ganhou o nome de Dastan e ele tem 2 irmãos. Farah trocou de nome para Tamina. Mas embora as mudanças, o filme é uma excelente adaptação do game. Adaptações de games para o cinema em geral costumam ser um completo lixo (vide Resident Evil e Alone In The Dark que fugiram totalmente da história original) mas isso não acontece com Sands of Time. Se você gosta da série, deve ver o filme.
Enfim, Prince Of Persia Sands of Time é um excelente game e é apenas o primeiro de uma excelente trilogia. Se ele ja é bom, imagine os 2 games que seguem. Altamente recomendado.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

MediEvil - PlayStation - 1998

Bem vindo ao reino de Gallowmere, no ano de 1386!

MediEvil é um game exclusivo do PS1 e eu ainda não consigo entender como o jogo só tem 2 continuações. O game é excelente e eu vou detalhar mais porque.
Você controla Sir Daniel Fortesque (se pronuncia Fórteskil) no ano de 1386. Ele é o esqueleto simpático de um olho só. Fortesque foi um guarda real, mas morreu na guerra que havia ocorrido cem anos atrás. Após a guerra, o rei o declarou um herói de guerra, que havia derrotado o mago Zarok e seu exército. Porém, ao decorrer da história, você vê que não é bem isso. Fortesque na verdade era um covarde e foi o primeiro a morrer na guerra com uma flechada no olho esquerdo. Como ele era um dos guardas mais próximos do rei, ele o declarou como o herói da guerra. Isso enfureceu o mago Zarok, que prometeu vingança contra Gallowmere e contra Fortesque, que havia levado crédito pela guerra. 100 anos após o ocorrido, Zarok retorna e revive todos os soldados da guerra, para que ele possa tomar conta de Gallowmere. Mas Fortesque também revive e sua missão agora é alcançar a sua lenda: se tornar o herói que todos clamam que ele é. Ao contrário do que é dito no game, Fortesque não aparenta ser covarde em nenhum momento, mas sim incomodado com a missão que lhe foi dada. Ele parece um pouco rabugento em alguns momentos. E detalhe: Fortesque não fala, pois seu queixo caiu! Ele faz uns grunhidos e aparece uma legenda em baixo com o que ele disse.
O game conta com um total de 22 fases sendo a ultima a batalha final. As fases são um pouco demoradas, pois envolvem quebra cabeças. Muitas vezes você se verá perdido até conseguir entender o que tem de ser feito. Isso da uma vida maior ao game.
No começo, você só terá uma espada e um escudo, mas ao decorrer do game, VÁRIAS armas estão disponíveis, como tacape, martelo, lança, arco e flecha, adagas, besta, poder de eletricidade, machado dentre outros. É uma variedade absurda, ainda mais para um game de aventura antigo. As armas geralmente são obtidas através dos heróis de Gallowmere (os verdadeiros). Eles ficam no Hall of Heroes (uma espécie de Valhalla e se você não sabe o que é Valhalla, vá adquirir alguma cultura sobre mitologia) que é acessado apenas se você matar boa parte dos inimigos em uma fase e encher um cálice. Cada fase possui um cálice e caso você tenha pego ele, ao final da fase você será teleportado para o Hall of Heroes. A cada cálice, uma arma ou item é dado pelos heróis e caso você consiga todos os cálices, Fortesque será considerado um verdadeiro herói e irá ganhar sua própria estátua no Hall of Heroes. O game não contém itens secretos, é apenas pegar o cálice e ganhar as armas. É aconselhável que você consiga todos os cálices, porque o jogo não é lá tão fácil...
As armas do game são muito boas e como você pode perceber, existem armas a distância. Você deve ter pensado "Deve ser horrível usar essas armas a distância" e eu digo que não, não é. Quando você seleciona uma arma a distância, um cursor verde aparece e ele segue o inimigo, mostrando onde você vai acertar com a arma. Para um jogo antigo, esse sistema é muito bom e eficiente. As munições para essas armas podem ser compradas com uma caveira que existe em cada fase e o dinheiro é achado durante as fases também.
As dublagens do game são muito boas, assim como os sons. Os gráficos são bem limitados, porém, muito bonitos. Uma coisa que atrapalha no game é a câmera, que geralmente trava e te impossibilita de ver direito o cenário, mas fora isso, a jogabilidade do game é muito boa e responde bem.
Enfim, MediEvil é um jogo simples e muito divertido, que com certeza vale a pena jogar.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Need For Speed: Carbon - PC, PS2, PS3, Xbox, X360, Wii, PSP, GameCube - 2006

Eis a continuação do meu game favorito de corrida. Depois de MW, a EA games resolveu corrigir aquilo que os fãs não haviam gostado, que era o fato das corridas serem de dia e lançou NFS Carbon.
Carbon se passa logo após o final de Most Wanted. Você está com a sua BMW e está fugindo do ex-sargento Cross, que agora é um caçador de recompensas (meio surreal isso né? caça recompensas...). Cross consegue quebrar sua BMW e quando ele está prestes a te prender, Darius, um corredor de rua, aparece e te livra de Cross, dando a ele uma quantia de dinheiro. Nikki, uma ex-namorada, também aparece e então alguns flashbacks explicam algumas coisas: O jogador era de Palmont City, a cidade do game, e em uma determinada corrida a policia aparece e atrapalha todos os corredores, com a exceção de você. A mala de dinheiro do prêmio da corrida fica com você e você foge, deixando tudo para trás. Isso resultou em todos achando que você era um covarde e um ladrão. Agora, Darius da a você a oportunidade de recuperar sua reputação. Dai então você pode escolher entre 3 carros para começar o game.
Os carros em Carbon são separados por classes: Os Tuners, que são mais fáceis de dirigir; os Muscle, que são carros grandes que derrapam com facilidade e os Exotic, que são carros que otimizam a velocidade (mas são difíceis de virar em alta velocidade...). Ao todo, o game conta com 54 carros, incluindo os bônus.
Os gráficos do game são muito bonitos, assim como o seu antecessor. Agora as corridas são a noite, dando mais realismo de corridas ilegais. Os sons do game são bons, mas as músicas do game me desagradaram um pouco, pois são quase todas de rock alternativo, um estilo que eu não curto muito.
O foco do game agora é a dominação de territórios. Cada parte de Palmont é dominada por uma gangue. Existem as gangues 21st Street que é liderada por Angie, a gangue TFK que é liderada por Wolf, a gangue Bushido que é liderada por Kenji e a gangue Stacked Deck que é liderada por Darius. Cada uma tem foco em um tipo específico de carro. Você precisa vencer as corridas do lugar para tomar os territórios e enfrentar o chefe em seguida. E lembrando que, os territórios podem ser tomados de volta, caso você não defenda-os vencendo as gangues que desafiarem seu território. Conforme você ganha territórios, carros e novas opções de tuning são desbloqueadas.
O game conta com a novidade das equipes. Já que você precisa derrotar gangues no game, você também precisa da sua. Os membros da equipe são geralmente fãs seus e ex-membros das equipes da cidade. Cada um tem um carro característico e uma função. Os blockers são os que jogam o próprio carro em cima dos outros corredores para atrapalhá-los e deixar você vencer. Os scouts são os que sempre vão na frente revelando corta caminhos e os drafters são os que correm na sua frente em alta velocidade, cortando o vento e deixando você pegar o vácuo para aumentar sua velocidade.
Existem agora os modos de corrida em canyon. A cidade de Palmont possui umas estradas em montanhas, em que os corredores tem que correr em 3 modalidades: Canyon race, que é uma corrida normal; Canyon drift, em que o corredor que conseguir mais pontos derrapando no canyon vence e o Canyon duel, que é onde você enfrenta os chefes. Este modo funciona da seguinte forma: O chefe começa na sua frente e você deve persegui-lo. Quanto mais perto dele você ficar, mais pontos consegue e caso o ultrapasse por 10 segundos, é vitória imediata. Caso não, a corrida inverte: você é quem será perseguido agora e seu chefe vai zerando seus pontos. Você então tem que manter distância dele e conseguir cruzar o final com no pelo menos 1 mísero ponto, ou então você é derrotado. Caso você se distancie muito do chefe por 10 segundos também é vitória imediata.
A policia está presente no game, porém, ela não está mais tão importante quanto no game antecessor. Aliás, ela está muito mais chata, pois ela descobre onde você está. Não importa o quão bem escondido você esteja, ela vai direto onde você está.
Enfim, Carbon é um excelente game, ainda não chega aos pés do meu favorito, mas vale a pena perder umas horas com ele.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Need For Speed: Most Wanted - PS2, Xbox, Xbox360, PC, PSP, GameCube - 2005

Apesar que muita gente vai discordar de mim, eu ainda digo que este é o melhor jogo de corrida já lançado.
Most Wanted é o sucessor dos 2 games que revolucionaram os games de corrida com o tuning, que são o NFS Underground 1 e 2. O tuning nada mais é do que modificar o seu carro a seu gosto. Pintura, desenhos, partes do carro como motor, nitro, breques, suspensão, colocar aerofólios, novas rodas, trocar o capô, enfim tudo isso. Most Wanted possui ainda mais variedade de tuning que seus antecessores, sendo que você tinha uma infinidade de coisas para colocar em seu carro, tornando-o único. Esse foi o fator que me fez gostar de games de corrida, porque até então eu não gostava.
NFSMW se passa na cidade de Rockport. Você é um corredor de rua que possui nada menos que uma BMW MR3 (nada humilde) e está procurando por algumas corridas. Você acaba correndo com Mia, a garota que te ajuda no game, mas é parado pelo Sargento Cross. Ele está prestes a te prender, mas por causa de uma ocorrência mais urgente, ele te deixa ir.
Em seguida você corre com Ronnie, e após ganhar dele você se encontra com os caras da Blacklist. A Blacklist é a lista negra de corredores. Ela é composta por 15 corredores e eles são os mais procurados pela polícia local. Para ter o respeito dos outros corredores, você precisa ser o número 1.
Após algumas corridas, Razor te desafia para alguma corrida. Mia desconfia de algo e te diz para ter cuidado. No meio da corrida, ela te liga e diz que fizeram algo com seu carro e diz para você acabar a corrida logo. Mas não da tempo, seu carro quebra e Razor o ganha na corrida. Só pra melhorar seu dia, a policia ficou sabendo do racha e chega no local e te prende.
Algum tempo depois, Mia te libera da cadeia e diz que Razor conseguiu ser o numero 1 da Blacklist graças ao seu carro. Agora você tem de começar do zero e ganhar de cada um da Blacklist e se vingar do Razor.
Você então vai comprar um carrinho e tem que começar a ganhar corridas e chamar a atenção da policia e dos corredores para avançar no game. Você tem de ganhar de cada um da Blacklist e tem que concluir alguns requisitos antes de correr com ele, como ganhar um numero certo de corridas, infringir algumas leis com o seu carro e correr da policia por determinado tempo. Assim que você completa os requisitos, o cara te chama pra correr. Depois que você ganha, você tem o direito a duas escolhas de bônus, 3 são secretas, que incluem ganhar o carro do cara, passagem livre da policia quando preso ou bônus em dinheiro e as outras 3 são desconto em peças e visual pro seu carro.
A progressão do game é lenta, fazendo você ter várias corridas, vários carros e várias opções de modificações, deixando o jogo com um tempo bem extenso, o que pra mim é bom quando o game é excelente. Ao todo são 36 carros, que vão sendo desbloqueados conforme você vai vencendo os membros da Blacklist. A mesma coisa vale para as opções tuning.
Os gráficos do game são muito, mas muito bonitos, mesmo se você jogar o game atualmente verá que ele ainda é um game muito belo. Uma coisa que desagradou os fãs é que o game se passa de dia. Realmente, isso ficou um pouco sem sentido, afinal corridas ilegais acontecem a noite. Mas isso não atrapalha a diversão que o game proporciona. A trilha sonora do game é um ponto a parte, pois ela é regada de músicas eletrônicas e metal (para os leigos, o famoso "rock pesado"). Foi com Most Wanted que eu conheci bandas que eu gosto muito até hoje, como Disturbed, Avenged Sevenfold e Bullet For My Valentine.
O game conta com 6 tipos de corridas, sendo eles: Sprint (ir de um ponto a outro), Circuit (corrida com voltas), Lap Knockout (o corredor que chegar por último quando completar uma volta perde, assim sucessivamente até sobrar o ganhador), Drag (corrida de aceleração, em que você precisa trocar de marcha na hora certa para ganhar a velocidade máxima e chegar em primeiro), Toolboth (corrida com tempo que você tem que passar pelos checkpoints antes do tempo acabar) e o Speedtrap (corrida que você tem que passar em alta velocidade por um determinado numero de radares ao longo da corrida. O corredor com maior velocidade acumulada ganha).
A policia no game é o fator mais notável. Ela possui 5 níveis de dificuldade, que vão aumentando conforme você corre contra ela. O sexto nível só é visto na corrida final do game. A cada nível, os carros da polícia melhoram e fica mais difícil de fugir dela. Durante as perseguições, você tem de cumprir os objetivos para conseguir enfrentar os membros da Blacklist, que podem ser correr da policia por determinado tempo, destruir viaturas e bloqueios e quebrar as leis.
Além do modo campanha, Most Wanted também conta com os Challenge Series, que nada mais são do que desafios pré determinados que você tem que cumprir. Se você se acha bom neste jogo, então é uma boa tentar zerar os Challenge Series, porque eles são muito dificeis. Eu devo ter chegado no máximo até o desafio numero 50 e ao todo são 68.
Bom, depois de tudo isso que eu falei, acho que já deu pra mostrar porque este é o meu game de corrida favorito. Most Wanted ainda conta com uma versão chamada de Black Edition, que traz uma pista, um carro e um challenge novos. O game recentemente ganhou um remake, intitulado como Most Wanted mesmo. Porém, o game conta com vários aspectos diferentes e o principal: não tem mais o tuning! Sinceramente achei que deveriam ter batizado esse jogo com outro nome, porque Most Wanted ele nunca vai ser!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sonic Riders: Zero Gravity - PS2, Wii - 2008


Ao contrário de seu antecessor, este game é bem mais fácil.
Zero Gravity se passa algum tempo depois do Riders 1. Sonic, Tails e Knuckles foram avisados que um grupo de robôs estão atacando uma cidade. Esses robôs estão atrás de um artefato que pode controlar a gravidade. Sonic detêm um destes artefatos e é perseguido pelos robôs. Após despistá-los, eles se encontram com os Babylon Rogues, que estão atrás dos mesmo artefatos. Eles tem uma ligação com os Babylons, os ancestrais de Jet.
Estes artefatos foram os que trouxeram inovações a jogabilidade do game, que foi totalmente reformulada. Quase nada do que você aprendeu no Riders 1 será muito útil aqui. Agora, a "gasolina" do game não existe mais, o que entrou no lugar foi a barra de gravidade, que serve para você usar 2 novos movimentos: o Gravity Dive, em que você anula a gravidade totalmente e voa em linha reta e o Gravity Drift, em que você diminui o tempo para fazer curvas fechadas. O game não é tão rápido quanto o primeiro game por conta da falta do dash clássico, mas se você souber usar estes dois movimentos, o game fica tão rápido quanto o primeiro. Mas cuidado, a barra de gravidade acaba rápido e não recarrega pegando anéis, apenas com manobras. Então, você terá de usá-los apenas nas partes mais apropriadas. Além disso, com a gravidade é possível descobrir novas áreas no cenário e até andar por partes laterais! Explicando: Vamos supor que você está correndo em uma linha reta e do lado existe uma parede. Caso essa área seja apropriada, você pode usar a gravidade para se projetar para a parede e correr nela! Essa foi uma sacada muito boa para a funcionalidade da gravidade no game.
Lembra que no post do Sonic Riders eu havia dito que os personagens podiam ter uma das três habilidades (speed, power e fly)? Pois é, isso mudou. As habilidades dos personagens agora dependem da prancha que você usa. E não pense que a habilidade vem aberta, pois agora existe o sistema de upgrade no meio da corrida, chamado de gear change. Essas habilidades são abertas coletando uma certa quantidade de anéis durante a corrida e a cada upgrade a quantidade de anéis aumenta. Porém fique sossegado, depois que um upgrade é liberado, mesmo que você caia e perca os anéis, os upgrades não resetam. Os upgrades são os que permitem os personagens de usar as habilidades, além de deixarem a prancha mais rápida e aumentar o limite da barra de gravidade.
Uma coisa que me desagradou bastante nesse game foi a parte das manobras. No primeiro Riders, você precisava segurar o botão de pulo durante a rampa, calculando o tempo certo e depois ficar rodando o analógico do jeito que você quisesse para executar a manobra do seu jeito. Em Zero Gravity não é assim. Em uma rampa, você simplesmente aperta o botão de pulo e ele já executa a manobra. Quanto mais perto da ponta você apertar o botão, maior o seu ranking da manobra. Isso deixa o game muito mais fácil, porém, bem menos divertido.
Quanto a qualidade gráfica, o game está infinitamente mais bonito, com as fases possuindo mais detalhes e cores. Dou destaque a fase Aquatic Capital que é a minha favorita. Os sons do game são bons, mas as músicas não são tão grudentas quanto as do Riders 1.
Quanto aos personagens, temos 18, sendo eles: Sonic, Tails, Knuckles, Amy, Jet, Storm, Wave, Eggman, Cream, Rouge, Shadow, Nights e os estreantes Silver, Blaze, Amigo, Billy the Hatcher e os robôs SCR-HD e SCR-GP e assim como no anterior, tem o Super Sonic sendo destravado quando você adquiri a esmeralda do caos.
Os veículos do game estão mais diversificados, agora temos a prancha, os patins e as motos do primeiro game mais a adição das velas (sabe, aqueles barcos que você maneja a vela para virá-lo), das pranchas que viram motos e das pranchas que viram naves. Cada um destes veículos possuem um tipo habilidade, para que ajude o personagem a pegar corta caminhos.
Então, você deve estar se perguntando: Se a jogabilidade do game mudou totalmente, porque você diz que ele é mais fácil? E eu lhes respondo: a CPU é muito burra! Explico: Vamos supor que você está disputando o primeiro lugar com outro personagem e os dois estejam com a mesma velocidade. Quando você chegar na parte em que você pode usar o Gravity Dive, você vai usá-lo mas a máquina não! Isso te dá uma vantagem tão grande que deixa o game sem graça. Você só vai conseguir perder neste jogo caso fique caindo direto e não saiba usar os movimentos com gravidade.
Enfim, Sonic Riders Zero Gravity é um excelente game, que diverte tanto quanto o primeiro. Por ele ser mais fácil, talvez você termine ele mais rápido e não jogue tanto, mas a diversão é a mesma. Não esquecendo que o game também possui uma versão para o Kinect do Xbox 360 chamada de Free Riders. Diversão na certa

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Perfil do Personagem: Tifa Lockhart - Final Fantasy VII

Tifa Lockhart vivia em Nibelheim, cidade natal dela e de Cloud. Tifa perdeu sua mãe muito cedo, fazendo com que ela ficasse muito deprimida e fosse até o reator Mako da cidade para ir atrás dela, pois ela acreditava que seu espirito estava no monte Nibel, onde ficava o reator. Ela e Cloud nunca foram próximos, mas Cloud a acompanhou junto com os amigos dela. Os amigos dela a abandonam no meio do caminho e apenas Cloud continua com ela pela montanha. Uma das pontes de madeira das montanhas arrebenta e os dois caem e Cloud leva a culpa por Tifa ter se machucado. Esse é um acontecimento que será de grande importância para Cloud tempos depois no game.
Algum tempo depois, Cloud e Tifa conversam na caixa d'água que existe no meio da cidade e Cloud diz que irá para Midgar para se tornar um Soldier (Força de elite da Shinra). Tifa então o faz prometer que ele será o herói dela e ele a irá salvar sempre que ela estiver em apuros.
Tifa começa a trabalhar como guia turística de Nibelheim. Nisso, ela conhece Zangan, um mestre em artes marciais que escolhe pessoas ao redor do mundo para serem seus alunos. Tifa se torna sua aluna e aprende a lutar com ele.
Um ano depois disso, chegam a cidade Sephiroth, Zack e Cloud, mas ele não conseguiu se tornar um Soldier mas sim um simples soldado da Shinra, o que faz com que Tifa não o reconheça por causa do uniforme. Tifa fica encarregada de levar eles ao reator Mako. Após a ida deles ao reator, Sephiroth se tranca na mansão da Shinra, perturbado pelas dúvidas sobre seu passado. Sephiroth enlouquece e incendeia Nibelheim e vai para o reator. O pai de Tifa o segue e acaba morto por Sephiroth. Com seu pai morto e sua cidade destruída, ela segue para matar Sephiroth e quase acaba morta. Cloud e Zack chegam para derrotar Sephiroth e também ficam gravemente feridos.
Zangan parte para o reator para matar Sephiroth também, mas não o encontra. No lugar, ele encontra os 3 muito feridos mas ele apenas pode levar um deles consigo e leva Tifa. Ele tenta usar suas magias de cura para salvar Tifa, mas não estava sendo muito útil. Ele então a leva para Midgar, onde eles poderiam cuidar de seus ferimentos.
Recuperada, Tifa resolve ficar por Midgar, já que sua casa foi destruída. Ela jura vingança contra a Shinra e decide ajudar o grupo rebelde AVALANCHE liderado por Barret. Tifa abre seu próprio bar, chamado 7th Heaven que serve de base para a AVALANCHE e ela fica em Midgar até se encontrar com Cloud novamente.
Tifa usa como arma seus próprios punhos. É uma das personagens mais importantes do game, pois ela afeta diretamente na história. Ela é muito forte, tendo os melhores ataques e especiais do game. Ela está sempre ajudando seus amigos e nunca desiste de uma amizade.


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Perfil do personagem: Vincent Valentine - Final Fantasy VII

Bom, eu ja estava com essa idéia a um bom tempo e resolvi fazer só agora. A cada post deste, estarei descrevendo o personagem em questão e o quanto eu gosto dele.
Pra começar, ninguém menos que Vincent Valentine, meu personagem favorito de FFVII.
Vincent Valentine era um dos Turks (espiões da Shinra) e era filho de Grimoire Valentine, um empregado da Shinra. Vincent foi designado a ficar em Nibelheim para proteger Lucrecia Crescent, uma cientista que trabalhava com o professor Hojo. Ele começa a ter sentimentos por Lucrecia e ela também começa a gostar dele, porém, ela se sente culpada por estar envolvida com o acidente que causou a morte de seu pai.
Lucrecia e Hojo se casam e tem um filho, o qual Hojo faz experiências com as células de Jenova. A criança é Sephiroth, o vilão do game. Quando Vincent descobre sobre tal coisa, ele confronta Hojo, o qual o mata com um tiro. Hojo, como é meio perturbado das idéias, decide reanimar Vincent fazendo um experimento com ele. Vincent volta a vida na forma de um monstro mas ele mal consegue se aguentar. Lucrecia então faz um experimento com ele para salvar sua vida. Ela consegue, mas a entidade Chaos toma conta do corpo de Vincent. Ela então da a protomateria a ele, para que consiga controlar Chaos.
Lucrecia então desaparece e Hojo deixa Vincent preso no armazém da mansão Shinra, e como ele se sente o culpado pelo o que aconteceu com Lucrecia e seu filho, ele la fica, em um caixão, pois ele não tem mais motivação para viver. Anos depois, Cloud e seu grupo o descobrem na mansão, e ele então decide ajudá-los a parar Sephiroth.
Vincent tem como arma pistolas, mas no game ele também usa rifles e escopetas. Ele também pode se transformar nas bestas que lhe foram implantadas, sendo elas Galian Beast, Death Gigas, Hellmasker e Chaos. Além de FF7, Vincent também aparece na animação Final Fantasy VII Advent Children e possui seu próprio game chamado Dirge of Cerberus: Final Fantasy VII. Vincent tem cabelos negros e compridos, seu braço esquerdo é mecânico e ele usa uma capa vermelha. Ele é o típico personagem enigmático e quieto, pois ele sente culpa pelo o que aconteceu em Nibelheim. Mas apesar disso, ele sempre está disposto a ajudar seus amigos.